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18/06/18

Projetos Roc2c I Imporium City


Mestre Calceteiro Roc2c a dar formação a aprendiz chinês 
Photo: ©Roc2c

Símbolos marítimos 
Photo: ©Roc2c




For more information consult our site: Roc2c / Projetos - Roc2c / Projects

Location: Pinghu, Shanghai, China

30/05/18

"Percurso Cultural vai até Santa Catarina (re)conhecer a típica calçada portuguesa"


Rua de Santa Catarina
Photo: ©Roc2c



"O Percurso Cultural desta quarta-feira propõe conhecer melhor a típica calçada portuguesa que diariamente se pisa na cidade mas que tantas vezes se ignora.

A calçada portuguesa faz parte do quotidiano e da memória de todos os que deambulam diariamente pelas ruas do Porto, sendo por isso também valorizada pela Câmara do Porto, que promoveu muito recentemente uma intervenção na zona de Cedofeita com implementação de pavimento pedonal com recurso à calçada portuguesa.

As origens, a história e os pavimentos onde existiu e onde ainda existe este tipo de mosaico é o que o técnico municipal Manuel Araújo se propõe dar a conhecer no Percurso Cultural desta semana, que tem início às 14,30 horas de amanhã na Rua de Santa Catarina, frente ao Café Majestic.

A participação na sessão tem um custo de 3 euros e o bilhete pode ser adquirido online.

Mais informações através do email percursos.culturais@cm-porto.pt ou do telefone 223 393 480."



Location: Oport 

21/05/18

Sabias que… / Did you know ...


Photo: © Roc2c


  Após o Terramoto de 1755, esta zona foi reconstruída com novo desenho urbano e devido à construção das caravelas e apetrechos marítimos feitos pelos carpinteiros, designados como remolares, o nome de “Praça dos Remolares” surge como desígnio do local. Já no século XIX, com o erguer da Estátua do Duque de Terceira, a Praça dos Remolares até então conhecida, mudou de designação - Praça do Duque de Terceira. Apesar destas mudanças, o nome Cais do Sodré foi o que ficou enraizado nos “dizeres” da população.


  Descubra toda a história que está por de trás do nome “Praça dos Remolares”, no nosso artigo Cais do Sodré, Lisboa.




  After the earthquake of 1755, this area was rebuilt with a new urban design and due to the construction of the caravels and marine paraphernalia made by the carpenters, known as “remolares”, the name "Praça dos Remolares" appears as the design of the place. Already in the nineteenth century, with the erection of the Statue of the Duke of Terceira, the Square of the Remolares until then known, changed of designation - Place of the Duke of Terceira. Despite these changes, the name Cais do Sodré was what was rooted in the "sayings" of the population.


   Discover all the history behind the name "Praça dos Remolares" in our article Cais do Sodré, Lisbon.
   

                                         

                                                                                                          location: Lisbon

                                     

16/05/18

"OS LENÇOS DA ANTIFLOP SÃO FEITOS DE HISTÓRIA DE PORTUGAL"

Photo: © Jornal T


“A Antiflop é, podemos dize-lo, uma marca feita totalmente de portugalidade. Para além de ser uma marca portuguesa, a base pictórica dos lenços de luxo que produz é a história – antiga ou recente – de Portugal. Os lenços são produzidos em duas linhas: a linha Arte e a Iconic.

A linha arte usa como padrão obras de artistas portugueses, tais como José de Guimarães, Nadir Afonso, Sofia Areal, Amadeu Souza Cardoso, João Feijó e Vanessa Teodoro. Tudo acontece após negociações com os artistas ou com os herdeiros, a quem cabe depois também aprovar a peça e definir junto com a marca o número de exemplares a produzir, que geralmente nunca ultrapassam os 150 exemplares.

“Cada peça é feita com recurso à impressão digital, mas a imagem ou parte dela tem que ser impressa num ângulo e tamanho que não distorçam a obra original. Antes de serem replicados, os lenços também têm que ser aprovados pelo artista, ao qual, em geral, também pagamos direitos de autor”, conta a criadora da marca, Teresa Bacalhau, ao Observador.

De momento, a Antiflop encontra-se em negociação para utilizar obras de Paula Rego, Graça Morais e Cargaleiro na sua coleção e confessa que, por norma geral, os artistas encontram-se receptivos ao projeto. “De uma forma geral, quando apresentamos o projeto, todos acham a ideia fascinante, por isso não tem sido difícil. Só alguns acham que a arte não se deve vulgarizar. Temos que respeitar… Se o artista está vivo, a escolha da obra a reproduzir passa por ambos. No caso de Sofia Areal foi um projeto elaborado em conjunto; com Nadir Afonso também foi escolhido por mim e pela Dr.ª Laura Afonso. Com o Amadeo de Souza-Cardoso e José de Guimarães, fui eu escolhi a obra”, conta Teresa ao Executiva.pt.

Em simultâneo, têm também a linha Iconic, que retrata imagens da cultura iconográfica portuguesa, tais como a calçada portuguesa, o mapa de Portugal desenhado pelo primeiro cartógrafo português, a saudosa nota de 100 escudos com a figura de Fernando Pessoa, capas de jornais antigos, e as bonecas de papel que se recortavam e vestiam.

A originalidade dos produtos já levou a que a marca desenvolvesse coleções exclusivas, como são o caso das criadas para a Fundação Calouste Gulbenkian e para o Museu da Marinha.

O nome, esse, adveio da vontade de criar um produto que fosse antiflop, ou seja, que não falhasse, e é assim que, em 2014, Teresa Bacalhau, que sempre trabalhou na área da moda e do vestuário, começa a desenvolver a marca. Os lenços são feitos em crepe de seda e as echarpes em caxemira e micromodal, isto porque, explica Teresa à Visão, “os materiais tinham de ser nobres para terem uma boa relação com a qualidade dos artistas”. Os tecidos são provenientes de Itália mas o processo de produção, desde a impressão digital à confecção, tem origem em Portugal, no norte do país.

As peças estão disponíveis em cinco tamanhos, sendo a mais pequena de 40 por 40 centímetros e às echarpes de quase dois metros, e custam entre 86 a 185 euros. Podem ser comprados (os que ainda não estiverem esgotados) tanto no site da marca (ver aqui) como no Museu Nacional de Arte Contemporânea e na Loja das Meias (Lisboa), no Museu Soares dos Reis e na Fundação de Serralves (Porto) e na Nove Séculos (Guimarães).”

Notícia retirada do Jornal-T
 




“CALÇADA PORTUGUESA” azul
Photo: © Antiflop


Detalhe
Photo: © Antiflop



“CALÇADA PORTUGUESA” bordeaux
Photo: © Antiflop

Detalhe
Photo: © Antiflop




   

“CALÇADA PORTUGUESA” azul
Photo: © Antiflop


Detalhe
Photo: © Antiflop



 “CALÇADA PORTUGUESA” bordeaux
Photo: © Antiflop


Detalhe
Photo: © Antiflop



Pode ver em mais pormenor estes artigos em ANTIFLOP 

14/05/18

Demonstração de Calçada Portuguesa na Loja Swatch




Roc2c esteve presente no Evento da divulgação do “Relógio Swatch Lisboa” a 9 de Maio 2018 na Loja Swatch® no Centro Comercial Vasco da Gama em Lisboa.
Durante o evento, o nosso mestre calceteiro Bruno Cunha, demonstrou como se processa a aplicação da calçada portuguesa, num pequeno painel, com o nome desta marca de relógios.



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-Location
Centro Comercial Vasco da Gama, Lisbon, Portugal

11/05/18

Sugestão de Fim de Semana: Exposição - "Tanto Mar. Fluxos Transatlânticos do Design" / Exhibition - "Tanto Mar. Fluxos Transatlânticos do Design"


Photo: © Roc2c



   Esta exposição propõe-se a traçar um mapa de fluxos entre Portugal e Brasil, focando a atenção no design e na cultura.





  This exhibition proposes to draw a flow map between Portugal and Brazil, focusing attention on design and culture.
   

"  A exposição propõe-se traçar um mapa de fluxos entre Portugal e Brasil, focando a atenção no design e na cultura material de cada país, de modo a problematizar a natureza dessas trocas e tentar entender como espelham a identidade e a história de cada um. A partilha de olhares e ideias entre as duas curadoras – Bárbara Coutinho, portuguesa, e Adélia Borges, brasileira – teceu uma malha de trabalhos transversais e autores que vivem cruzando ou unindo o Atlântico Sul. A exposição foca-se nos territórios de Portugal e Brasil, mas olha para a cultura material de alguns países africanos, uma vez que estes fluxos e trocas não foram bidireccionais, envolvendo muitas vezes África. 

  Os objetos, projetos, móveis, embalagens, peças gráficas e vestuário em exposição remetem tanto para a história, identidade, política, cultura e memória coletiva de cada país (incluindo reinterpretações de algumas marcas e símbolos nacionais), como espelham alguns estereótipos e/ou equívocos das suas representações e imagéticas. Outras peças remetem ainda para a cultura arquitetónica ou vivem num território híbrido, entre o design e o artesanato.

  Muito embora coloque em diálogo obras de diferentes períodos das nossas histórias, incluindo o período de colonização do Brasil, a exposição centra-se no século XX-XXI. Sem qualquer intenção de criar um discurso cronológico ou de esgotar um tema tão amplo, procura ser um espaço de reconhecimento, consciencialização e debate sobre a riqueza de uma real proximidade entre os dois países. Entre os vários projetos apresentados encontram-se, por exemplo, Joaquim Tenreiro que traz de Portugal a maestria no trato da madeira para se tornar o “pai” do móvel moderno brasileiro; na direção contrária, encontramos a aplicação das colunas do palácio do alvorada de Óscar Niemeyer no Colégio de Moimenta da Beira, gesto considerado subversivo pela ditadura de Salazar. Mapeiam-se também iniciativas recentes de trabalhos elaborados em conjunto por profissionais das duas nacionalidades.


Jornal da exposição deleg_MUN LX_jornal PT tanto mar_low.pdf "






                                                       Para mais informações consulte MUSEU DO DESIGN E DA MODA

                                                                                                          location: Lisbon

                                                  

07/05/18

Sabias que… / Did you know…


Photo: © Roc2c



   O maço de calceteiro é um instrumento com aproximadamente 5 kg, feito artesanalmente por carpinteiros. É constituído por um cabo aproximadamente de 1.50 cm e na sua base é formado por um bloco de madeira maciça, geralmente com a forma de um paralelepípedo, encavado ao meio para usos semelhantes ao do martelo. Os primeiros maços utilizados, nos finais do século XIX, eram redondos porém, atualmente alguns calceteiros optam pelo formato retangular. 

   Este é um instrumento usado numa das fases da arte de calcetar. Trata-se de um pilão com o objetivo de bater a pedra até ela ficar bem presa ao chão, compactando-as e encaixando-as de modo a que não hajam irregularidades.


  


  The “Pestle” of Master of Portuguese Pavement is an instrument with approximately 5 kg, made by carpenters. It is made by a cable approximately 1.50 cm and at its base is formed by a block of solid wood, generally in the shape of a parallelepiped, embedded in half for uses similar to the hammer. The first pestle used, at the end of the 19th century, they were round however, currently some Master opt for the rectangular shape. 

   This is an instrument used in one of the phases of the art of portuguese pavement. It is a pylon with the goal of hitting the stone until it is securely attached to the floor, compacting and fitting the stones so that there are no irregularities.



04/05/18

"O papel da Calçada Portuguesa no mundo"


"Portugal terá de ser motor do reconhecimento internacional da Calçada Portuguesa."

Rossio, Lisboa
Photo: © Roc2c

   "A língua portuguesa é a marca mais evidente da influência e herança deixadas pelos portugueses no mundo. Mas outros elementos permanecem como testemunho da influência cultural distintiva da portugalidade, alguns revelando a sua persistência para além da presença física dos portugueses.

 A Calçada Portuguesa marca a portugalidade para além de Lisboa e de muitas outras cidades portuguesas. Em todo o mundo onde os portugueses tiveram influência este pavimento, tão identificado com a nossa cultura, mantêm-se como referência, enriquecendo o espaço público e assumindo destaque nos espaços mais nobres das cidades.
 Na intensa troca de influências culturais com os países que constituíram antigas colónias portuguesas, a Calçada Portuguesa constitui um dos mais importantes contributos portugueses que é possível testemunhar.

  A exposição ‘Tanto Mar – fluxos transatlânticos do design’ promovida pelo MUDE (Museu do Design e da Moda) que se encontra patente no Palácio dos Condes da Calheta, em Lisboa, é em geral muito interessante pelo retrato sobre a troca de influências do design entre Portugal e o Brasil, mas é particularmente curiosa pelo destaque atribuído à Calçada Portuguesa nesse intercâmbio cultural.

  A Calçada Portuguesa no Brasil é designada como ‘pedra portuguesa’ e ocupa lugar de destaque nas zonas mais nobres das principais cidades brasileiras. Primeiro, reproduzindo o mais conhecido e tradicional padrão inicialmente aplicado no Rossio (em Lisboa) – ‘Mar largo’ que se encontra no famoso ‘calçadão’ em Copacabana, mas depois sendo objeto de artistas brasileiros que foram desenhando novos padrões que se podem observar em Ipanema – também no Rio de Janeiro, em São Paulo, Brasília ou Manaus.

 A Calçada Portuguesa, juntamente com a língua portuguesa, é um testemunho da influência dos portugueses nos países de expressão portuguesa e encontra-se também em territórios em que os portugueses tiveram presença tais como Malaca ou Macau. Mas outras cidades no mundo têm presença de Calçada Portuguesa, como os Estados Unidos da América, China, Alemanha, Bélgica França ou Espanha.

  Portugal afirma-se no mundo pela sua história no papel central no período dos descobrimentos, pela sua cultura, resultante do intercâmbio com outros povos, através da língua – das mais faladas no mundo, mas tem na Calçada Portuguesa um elemento de elevado potencial de afirmação e promoção da sua identidade.

 Num momento de nova afirmação de Portugal no mundo a Calçada Portuguesa pode e deve desempenhar um papel importante neste âmbito através da sua valorização enquanto elemento de identidade da portugalidade, apostando na sua classificação enquanto património cultural da humanidade e potenciando o seu papel como elemento de afirmação de Portugal no mundo no plano cultural, artístico e também económico.

  Portugal terá de ser motor do reconhecimento internacional da Calçada Portuguesa, começando por cuidar, proteger, promover e valorizar este património único que é parte da identidade histórica, cultural e artística do país, mas que deve ser também suporte para a criação de novos artistas, formação profissional e aperfeiçoamento das técnicas de aplicação e manutenção."


Notícia retirada do site Sol

30/04/18

Sabias que… / Did you know…


Photo: © Roc2c



   "Após uma fase artesanal dos desenhos em calçada, foram criadas peças com recortes que permitem reproduzir repetidamente desenhos como tapetes, florões, caravelas, rosetas, animais, etc, através da marcação de espaços pré-estabelecidos. Inicialmente, os moldes eram feitos em madeira, utilizando-se atualmente o ferro e o P.V.C."

Representação de um molde em ferro
Photo: © Manual da Calçada Portuguesa



 After a handmade stage of pavement drawings, were pieces created with cutouts that allow repeatedly reproduce drawings like carpets, florets, caravels, rosettes, animals, etc., by marking pre-established spaces. Initially, the molds were made of wood, now using iron and P.V.C.


Representação de um molde em madeira
Photo: © Manual da Calçada Portuguesa

Representação de um molde em P.V.C
Photo: © Roc2c


 Texto retirado do "Manual da Calçada Portuguesa"

23/04/18

Sabias que … / Did you know ...


Photo: © Roc2c



   A Calçada Portuguesa é uma das nossas heranças históricas, pois a maior parte do nosso pavimento Português, como ruas e espaços públicos são revestidos com este material. Esta pratica emerge do calcetamento com pedras de formato assimétrico de calcário e basalto, que normalmente são utilizadas para a criação de padrões decorativos pelo contraste entre pedras de diferentes cores. As mais comuns é o branco e preto que dão destaque e definição das formas na sua colocação no espaço, embora também sejam utilizadas o cinza-claro, cinza-escuro, rosa-alaranjado ou avermelhado e ainda o bege-acastanhado.



Calçada Vidraço Beje
Photo: © Roc2c


   The Portuguese Pavement is one of our historical heritages, because most of our pavement, as streets and public spaces are coated with this material. This practice emerges from pave with asymmetric stones of limestone and basalt, which are normally used for the creation of standards decorates by the contrast between different color stones. The most common is the white and black that give highlight and definition of the forms in their placement in space, although also are used light gray, dark grey, pink-orange or reddish and still the beige-brown.




Calçada Pedra Preta
Photo: © Roc2c



Calçada Pedra Rosa
Photo: © Roc2c





*Informação em conformidade com o Manual da Calçada Portuguesa



Roc2c tem para comercialização e aplicação estas cores:

Roc2c0101- Calçada Vidraço Beje
Roc2c0102 - Calçada Pedra Rosa
Roc2c0103 - Calçada Pedra Cinzenta
Roc2c0104 - Calçada Pedra Preta
Roc2c0105 - Calçada Pedra Azul Valverde


29/03/18

Jardim Luís de Camões "Os Lusíadas" - Canto V e Canto VI, Macau


Os Lusíadas

Canto V
“De disforme e grandíssima estatura
O rosto carregado, a barba esquálida”


Canto V
Photo: © Roc2c
Detalhes do quadro
Photo: © Roc2c





















Quadro em Calçada Portuguesa referente ao Canto V
Photo: © Roc2c

"Vasco da Gama prossegue a sua narrativa ao Rei de Melinde, contando agora a viagem da Armada, de Lisboa a Melinde.

É a narrativa da grande aventura marítima, em que os marinheiros observaram maravilhados ou inquietos o Cruzeiro do Sul, o Fogo de Santelmo ou a Tromba Marítima e enfrentaram perigos e obstáculos enormes como a hostilidade dos nativos, no episódio de Fernão Veloso, a fúria de um monstro, no episódio do Gigante Adamastor, a doença e a morte provocadas pelo escorbuto.

O canto termina com a censura do poeta aos seus contemporâneos que desprezam a poesia." By: INTERESSES SUTIS


"No 5º Painel é representado o gigante Adamastor. Nessa época muitos acreditavam ser a terra plana e ter, assim, um fim; quem aí chegasse mergulharia nas trevas sem fundo. Um formidável gigante (localizado na ponta sul de África ) guardava esse ponto. Quando os portugueses conseguiam ultrapassar o local, o rei de Portugal mandou que tal ponto, denominado “Cabo das Tormentas” se passasse a chamar “Cabo da Boa Esperança.” By: LEAL SENADO DE MACAU




Os Lusíadas

Canto VI
“Amaina-disse o Mestre agrandes brados
Amaina-disse-Amaina a grande vela”



Canto VI
Photo: © Roc2c
Detalhes do quadro
Photo: © Roc2c











Quadro em Calçada Portuguesa referente ao Canto VI
Photo: © Roc2c

"Finda a narrativa de Vasco da Gama, a Armada sai de Melinde guiada por um piloto que deverá ensinar-lhe o caminho até Calecut.

Baco, vendo que os portugueses estão prestes a chegar à Índia, resolve pedir ajuda a Neptuno, que convoca um Concílio dos Deuses Marinhos cuja decisão é apoiar Baco e soltar os ventos para fazer afundar a Armada. É então que, enquanto os marinheiros matam despreocupadamente o tempo ouvindo Fernão Veloso contar o episódio lendário e cavaleiresco de Os Doze de Inglaterra, surge uma violenta tempestade.

Vasco da Gama vendo as suas caravelas quase perdidas, dirige uma prece a Deus e, mais uma vez, é Vénus que ajuda os Portugueses, mandando as Ninfas seduzir os ventos para os acalmar.

Dissipada a tempestade, a Armada avista Calecut e Vasco da Gama agradece a Deus. O canto termina com considerações do Poeta sobre o valor da fama e da glória conseguidas através dos grandes feitos." By: INTERESSES SUTIS


"No 6º Painel o mestre da embarcação diante dos fortíssimos ventos, manda arriar as velas, para que estas não sejam desfeitas." By: LEAL SENADO DE MACAU






Location: Jardim Luís de Camões, Macau