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Sabias que … / Did you know…






   A Calçada Portuguesa é um Património que faz parte da nossa cultura, merecia ser mais valorizada como os Mestres Calceteiros, pois afinal são eles que fazem estas maravilhosas obras de arte. 


   Em lisboa temos a Escola de Calceteiros onde se pode aprender este talento, concebida pela Câmara Municipal de Lisboa em Novembro de 1986, com o objetivo de qualificar profissionais mulheres e homens, para assegurar a “sobrevivência” da Calçada Portuguesa. Para isso a escola executa formações através de cursos de Instrução de adultos, bem como de workshops e actividades de sensibilização, no sentido de consciencializar as pessoas para a necessidade da sua preservação.


   The Portuguese Cobblestone is a Heritage that is part of our culture, deserved to be more valued as the Masters, because after all it is they who make these wonderful works of art.


   
   In Lisbon we have the School of Portuguese Pavement Craftsmen where you can learn this talent, conceived by the Lisbon City Council in November 1986, with the aim of qualifying women and men, to ensure the "survival" of the Portuguese Pavement. For this the school executes formations through adult education and formation courses, good as workshops and outreach activities on the Portuguese Pavement, in order to raise awareness of the need for its preservation.

Deputados da AR dizem que é preciso dignificar a profissão de calceteiro

O Parlamento apreciou esta quinta-feira uma petição "pela manutenção da calçada portuguesa na cidade de Lisboa". 



O CDS apontou como caminhos possíveis a classificação da calçada artística e a revitalização da escola de calceteiros

A calçada portuguesa chegou esta quinta-feira à Assembleia da República, onde se apreciou uma petição “pela manutenção” deste “ex-libris da cidade de Lisboa”, assinada por mais de 4500 pessoas. A defesa da necessidade de se dignificar a profissão de calceteiro foi praticamente unânime entre os deputados, tendo o CDS apontado como caminho possível a classificação da calçada como património nacional.

Lançada em Novembro de 2013 pelo Fórum Cidadania Lisboa, a petição, dirigida à presidente da Assembleia da República e ao presidente da Câmara de Lisboa, esteve em discussão no plenário durante apenas alguns minutos. Sobre ela pronunciaram-se deputados do PS, PSD, PEV, CDS e PCP, vários dos quais alertaram para o facto de a maior parte daquilo que os peticionários pediam ser competência do município, em cuja autonomia recusaram imiscuir-se.

No abaixo-assinado defendia-se a necessidade de a câmara presidida por António Costa combater “eficazmente” o estacionamento em cima dos passeios, proibir a colocação de “pedras que não de calçada portuguesa nas obras a decorrer no espaço público”, regulamentar “de forma eficaz” as obras de infra-estruturas, dignificar a profissão de calceteiro e criar “unidades de intervenção imediata de calcetamento”.

“São matérias que extravasam a esfera de competências do Parlamento”, sublinhou a deputada Eurídice Pereira. Para a deputada socialista, a “valorização” da profissão de calceteiro é a única das reivindicações dos peticionários em que o governo poderá ter uma palavra a dizer, através do ministro da Economia e do secretário de Estado da Cultura.

Pelo Partido Ecologista Os Verdes, José Luís Ferreira disse acompanhar as preocupações patentes na petição e defendeu a criação das já referidas unidades de intervenção imediata de calcetamento. Também Paula Santos, do PCP, fez o elogio da calçada portuguesa, mas sublinhou que não se pode “escamotear” os “problemas” que este piso coloca a pessoas com mobilidade reduzida.

Nesta discussão participaram um deputado do PSD e outro do CDS que são também vereadores na Câmara de Lisboa, palco em que a calçada portuguesa tem sido muitas vezes discutida, particularmente desde que foi apresentado o Plano de Acessibilidade Pedonal do município.

Para o social-democrata António Prôa, “a própria designação calçada portuguesa confirma que é pertinente a preocupação deste Parlamento sobre ela”. Está em causa, sublinhou o deputado e vereador, “a defesa de um património cultural que é central na identidade da cidade capital do país, mas também de todo o país”.  

Na sua intervenção, António Prôa criticou a actuação do executivo presidido por António Costa neste domínio. Tem-se assistido, diz, “a uma prática de substituição da calçada por outros tipos de pavimento em zonas históricas, a pretexto de economizar, melhorar a segurança e conforto dos peões”. Para o deputado, a solução seria não essa mas sim “uma adequada aplicação e uma correcta manutenção” da calçada existente, juntamente com “a criação de regras e fiscalização eficazes”.

“A calçada portuguesa faz parte da identidade cultural não só da cidade mas também do país”, afirmou por sua vez João Gonçalves Pereira, do CDS, admitindo no entanto que este piso tem problemas ao nível dos seus “custos bastante elevados de manutenção” e da “comodidade” que oferece aos peões. O deputado apontou como “duas políticas que podiam ser seguidas” a classificação da “calçada artística” como património nacional e a “revitalização” da escola de calceteiros da Câmara de Lisboa.

Noticia: http://www.publico.pt/local/noticia/deputados-da-ar-dizem-que-e-preciso-dignificar-a-profissao-de-calceteiro-1681625

Deputies Municipal Assembly Lisbon advocates preservation of cobblestone pavement / Deputados Assembleia Municipal de Lisboa defende preservação da calçada

Deputados municipais de Lisboa defenderam hoje a preservação da calçada portuguesa na cidade e uma maior aposta na Escola de Calceteiros por parte da câmara, reafirmando críticas ao Plano de Acessibilidade Pedonal. 
Assembleia Municipal de Lisboa defende preservação da calçada

O tema voltou a ser debatido na Assembleia Municipal de Lisboa devido à petição "Contra a retirada da calçada portuguesa na cidade de Lisboa".

Apresentada por Tiago Abreu, a petição refere que a calçada é um "traço da personalidade" da cidade, é um "produto português que é exportado e gera uma valiosa receita".

"Retirar a calçada da cidade é algo que não tem explicação", frisou o representante.Apresentada por Tiago Abreu, a petição refere que a calçada é um "traço da personalidade" da cidade, é um "produto português que é exportado e gera uma valiosa receita".

Afirmando que o plano previsto de substituição da calçada até 2017 revela "falta de estratégia e de lógica", o peticionário defendeu que a autarquia deveria investir na Escola de Calceteiros, que "podia ser um exemplo e criar postos de trabalho", e acabar com o hábito de contratar empresas privadas para colocar calçada.
Do lado dos deputados independentes eleitos pelo PS, Fernando Nunes da Silva defendeu que a "importância da calçada artística como elemento patrimonial que urge preservar", mas frisou que "há situações muito diversas na cidade que exigem soluções diferentes" e que "utilizar calçada para pavimentar centenas de metros de uma qualquer avenida é um desperdício de dinheiros públicos".
O deputado do BE Ricardo Robles defendeu que a escola de calceteiros tem de ser apoiada pela câmara, o que, "infelizmente", não tem acontecido, e que tem de se acabar com o "círculo vicioso" de se contratar privados para fazer esse trabalho.
O deputado do PS João Pinheiro frisou, contudo, que a ideia de que o Plano de Acessibilidade Pedonal retira toda a calçada portuguesa "é profundamente errada".
Pelo PCP, o deputado Modesto Navarro considerou o Plano de Acessibilidade Pedonal "razoável", devendo apenas acompanhar-se "como vai ser executado", enquanto Diogo Moura, do CDS-PP, disse que "chegou tarde".
Por seu lado, o vereador dos Assuntos Sociais, João Afonso, assegurou que o plano "não sugere sequer a remoção da calçada" e lamentou que uma petição pública seja utilizada de forma demagógica.
Também na sessão de hoje foi apresentada uma petição para a atribuição do nome do músico João Ribas, que morreu em março, a um jardim na freguesia de Alvalade.
A comissão da Cultura na Assembleia Municipal deu um parecer positivo a essa petição, que foi aprovado por unanimidade e aclamação.
A vereadora da Cultura na Câmara de Lisboa, Catarina Vaz Pinto, frisou que a "memória da cidade é evocada também pelas pessoas que se notabilizaram".
"Faz todo sentido que proposta de atribuição do seu nome a um jardim seja apreciada peça comissão toponímia", acrescentou.
Em cima da mesa esteve também a petição "Contra o encerramento/relocalização da biblioteca municipal da Penha de França", que foi aprovada com abstenções do PAN, PCP, PEV e BE, e com votos favoráveis das restantes forças políticas ali presentes.
Catarina Vaz Pinto salientou, na sua intervenção, que o novo espaço apontado para a biblioteca, no rés-do-chão de um edifício da EPUL -- Empresa Pública de Urbanização de Lisboa, é "adequado e mais central" do que o atual, estando próximo de escolas, ATL (espaços de atividades de tempos livres) e lares da terceira idade.
Em declarações à Lusa, a escritora Margarida Vale de Gato, da Assembleia Popular da Graça e arredores, lamentou o facto de os peticionários não terem sido ouvidos, afirmando esperar "que não haja qualquer mudança de instalações" enquanto isso não acontecer e "enquanto não for conhecido o plano funcional" para a biblioteca.

News / Noticía : http://www.noticiasaominuto.com/pais/239335/assembleia-municipal-de-lisboa-defende-preservacao-da-calcada

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