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A mostrar mensagens com a etiqueta castelo de São Jorge

Calceteiro com sentido de humor

 Não pode deixar de ler em especial o "Jardim das Pichas Murchas". Pois este jardim foi batizado por um Calceteiro de nome Carlos Vinagre. Leia o texto e vai entender o porque. " As ruas de Lisboa com os nomes mais estranhos 5 moradas que o povo batizou e ficaram para sempre Photo: ©anacapao   Sais da Triste-Feia, passas pelas Escadinhas dos Terramotos, fazes uma pausa no Jardim das Pichas Murchas e desces a Travessa do Fala Só antes de chegares ao Beco do Surra. Qualquer roteiro como este seria, no mínimo, divertido e curioso, mas enquanto ninguém pega na ideia, levamos-te nós até às ruas da cidade com os nomes mais estranhos. Vem daí e descobre as histórias que inspiraram uma mão cheia de recantos lisboetas. Triste-Feia (Alcântara) Escondida entre a Rua Maria Pia e a Rua Costa, junto à estação de Alcântara, a Triste Feia deve o nome a uma mulher que se sentava todos os dias à porta do nº 28 desta rua . Além de ser feia...

Sugestão de Fim de Semana: Passeio de Eléctrico pela Cidade de Lisboa / Electric drive by the City of Lisbon

Podemos dizer com toda a certeza que é a atração turística mais procurada em Lisboa, considerada mesmo um ex-libris da cidade. Venha fazer um passeio a bordo num dos elétricos da cidade, pois é uma forma magnífica de ficar a conhecer em mais particularidade a nossa Capital. We can say for sure that is the tourist attraction more, sought by our in Lisbon considered even a landmark of the city. Come take a ride aboard one of the city electric, because it is a form wonderful to get to know in more particularity our Capital.   Vídeo : ©Roc2c Como sugestão, escolha o Elétrico 28. A rota que ele leva é muito aliciante, pois permite admirar e apreciar a velha Lisboa. Vai poder olhar ao longo de todo o seu percurso a partir das suas janelas a Basílica e o Jardim da Estrela, o Castelo de São Jorge e a tão proclamada Alfama onde as fachadas são forradas a azulejos. Vai reparar em detalhes que provavelmente não repararia se fosse a...

Lisboa de Antigamente | “O Calceteiro, Arte a Branco e Preto”

"Faz frio. Mas, depois duns dias de aguaceiros,  Vibra uma imensa claridade crua.  De cócoras, em linha, os calceteiros,  Com lentidão, terrosos e grosseiros,  Calçam de lado a lado a longa rua. Como as elevações secaram do relento,  E o descoberto sol abafa e cria!  A frialdade exige o movimento;  E as poças de água, como em chão vidrento,   Reflectem a molhada casaria. Avenida da Liberdade [1907], De cócoras. em linha, os  calceteiros, Em segundo plano vê-se o Palacete Seixas Photo: ©Lisboa de Antigamente Em pé e perna, dando aos rins que a marcha agita,  Disseminadas, gritam as peixeiras;  Luzem, aquecem na manhã bonita,  Uns barracões de gente pobrezita  E uns quintalórios velhos com parreiras. Não se ouvem aves; nem o choro duma nora!  Tomam por outra parte os viandantes;  E o ferro e a pedra — que união sonora! —  Retinem alto pelo espaço fora...