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A mostrar mensagens com a etiqueta jardim Luís de Camões

Jardim Luís de Camões "Os Lusíadas" - Canto IX e Canto X, Macau

Os Lusíadas Canto IX "Oh, que famintos beijos na floresta! E que mimoso choro que soava!" Canto IX Photo: © Roc2c Detalhes do quadro Photo: © Roc2c Quadro em Calçada Portuguesa referente ao Canto IX Photo: © Roc2c "Após vencerem algumas dificuldades, os portugueses saem de Calecut, iniciando a viagem de regresso à Pátria. Vénus decide preparar uma recompensa para os marinheiros, fazendo-os chegar à Ilha dos Amores. Para isso, manda o seu filho cúpido desfechar setas sobre as Ninfas que, feridas de Amor e pela Deusa instruídas, receberão apaixonadas os Portugueses. A Armada avista a Ilha dos Amores e, quando os marinheiros desembarcam para caçar, vêem as ninfas que se deixam perseguir e depois seduzir. Tétis explica a Vasco da Gama a razão daquele encontro (prémio merecido pelos “longos trabalhos”), referindo as futuras glórias que lhe serão dadas a conhecer. Após a explicação da simbologia da Ilha, o poeta te...

Gruta de Camões, Macau / Camões Grotto, Macao

Photo: © Roc2c "A LUÍS DE CAMÕES GRANDE POETA DA HUMANIDADE E SÍMBOLO DO UNIVERSALISMO PORTUGUÊS 18 DE DEZEMBRO DE 1999" Busto do Poeta Luís de Camões Photo: © Roc2c Descrição da história da Gruta de Camões Photo: © Roc2c Gruta de Camões “A Gruta de Camões é construída por três grandes lajes de pedra. Diz-se que, em meados do séc. XVI, o ilustre poeta português Luís de Camões (1524-1580), viveu em Macau durante dois anos, onde terá terminado, nesta gruta, a sua famosa obra épica OS Lusíadas. Com o patrocínio de 600 francos de um rico comerciante português de Macau, Loureço Marques, genro de Manuel Pereira, a gruta foi renovada em 1849, sendo aí colocado um busto do poeta. Foi também erigido um pavilhão sobre a gruta, o qual já não existe. O último restauro da gruta data de 1866 e o busto do poeta foi refundido em bronze.” Camões Grotto “The Camões ...

Jardim Luís de Camões "Os Lusíadas" - Canto VII e Canto VIII, Macau

Os Lusíadas Canto VII “Aqueles sós direi que aventuraram Por seu Deus, seu Rei, a amada vida” Canto VII Photo: © Roc2c Detalhes do quadro Photo: © Roc2c Quadro em Calçada Portuguesa referente ao Canto VII Photo: © Roc2c "A Armada chega a Calecut. O poeta elogia a expansão portuguesa como cruzada, criticando as nações europeias que não seguem o exemplo português. Após a descrição da Índia, conta os primeiros contactos entre os portugueses e os indianos, através de um mensageiro enviado por Vasco da Gama a anunciar a sua chegada. O mouro Monçaíde visita a nau de Vasco da Gama e descreve Malabar, após o que o Capitão e outros nobres portugueses desembarcam e são recebidos pelo Catual e depois pelo Samorim. O Catual visita a Armada e pede a Paulo da Gama que lhe explique o significado das figuras das bandeiras portuguesas. O poeta invoca as Ninfas do Tejo e do Mondego, ao mesmo tempo que critica duramente os opressores ...

Jardim Luís de Camões "Os Lusíadas" - Canto V e Canto VI, Macau

Os Lusíadas Canto V “De disforme e grandíssima estatura O rosto carregado, a barba esquálida” Canto V Photo: © Roc2c Detalhes do quadro Photo: © Roc2c Quadro em Calçada Portuguesa referente ao Canto V Photo: © Roc2c "Vasco da Gama prossegue a sua narrativa ao Rei de Melinde, contando agora a viagem da Armada, de Lisboa a Melinde. É a narrativa da grande aventura marítima, em que os marinheiros observaram maravilhados ou inquietos o Cruzeiro do Sul, o Fogo de Santelmo ou a Tromba Marítima e enfrentaram perigos e obstáculos enormes como a hostilidade dos nativos, no episódio de Fernão Veloso, a fúria de um monstro, no episódio do Gigante Adamastor, a doença e a morte provocadas pelo escorbuto. O canto termina com a censura do poeta aos seus contemporâneos que desprezam a poesia."  By:  INTERESSES SUTIS "No 5º Painel é representado o gigante Adamastor. Nessa época muitos acreditavam ser a terr...

Jardim Luís de Camões "Os Lusíadas" - Canto III e Canto IV, Macau

Os Lusíadas Canto III "As espadas banhando e as brancas flores Que ela dos olhos seus regadas tinha" Canto III Photo: © Roc2c Detalhes do quadro Photo: © Roc2c Quadro em Calçada Portuguesa referente ao Canto III Photo: © Roc2c “Após uma invocação do poeta a Calíope, Vasco da Gama inicia a narrativa da História de Portugal. Começa por referir a situação de Portugal na Europa e a lendária história de Luso a Viriato. Segue-se a formação da nacionalidade e depois a enumeração dos feitos guerreiros dos Reis da 1.ª Dinastia, de D. Afonso Henriques a D. Fernando. Destacam-se os episódios de Egas Moniz e da Batalha de Ourique, no reinado de D. Afonso Henriques, e o da Formosíssima Maria, da Batalha do Salado e de Inês de Castro, no reinado de D. Afonso IV.” Os Lusíadas Canto IV "Dois homens, que mui velhos pareciam De aspecto, inda que agreste, venerando" Canto IV Photo: © Roc2c De...

Jardim Luís de Camões "Os Lusíadas" - Canto I e Canto II, Macau

Os Lusíadas Canto I "Sustentava contra ele Vénus bela, Afeiçoada à gente Lusitana." Canto I Photo: © Roc2c Detalhes do quadro Photo: © Roc2c Quadro em Calçada Portuguesa referente ao Canto I Photo: © Roc2c "O poeta indica o assunto global da obra, pede inspiração às ninfas do Tejo e dedica o poema ao Rei D. Sebastião. Na estrofe 19 inicia a narração de viagem de Vasco da Gama, referindo brevemente que a Armada já se encontra no Oceano Índico, no momento em que os deuses do Olimpo se reúnem em Concílio convocado por Júpiter, para decidirem se os Portugueses deverão chegar à Índia. Com o apoio de Vénus e Marte e apesar da oposição de Baco, a decisão é favorável aos Portugueses que, entretanto, chegam à Ilha de Moçambique. Aí Baco prepara-lhes várias ciladas que culminam com o fornecimento de um piloto por ele instruído para os conduzir ao perigoso porto de Quíloa. Vénus intervém, afastando a armada do perigo ...