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A mostrar mensagens com a etiqueta Cultura Portuguesa

* Verdadeiras Obras de Arte *

Photo: ©Roc2c Projeto  @roc2c

"Ruas de Macau"

Ruas de Macau Photo: ©Roc2c location: Macau

Sabias que… / Did you know ...

Photo: © Roc2c   Após o Terramoto de 1755, esta zona foi reconstruída com novo desenho urbano e devido à construção das caravelas e apetrechos marítimos feitos pelos carpinteiros, designados como remolares, o nome de “Praça dos Remolares” surge como desígnio do local. Já no século XIX, com o erguer da Estátua do Duque de Terceira, a Praça dos Remolares até então conhecida, mudou de designação - Praça do Duque de Terceira. Apesar destas mudanças, o nome Cais do Sodré foi o que ficou enraizado nos “dizeres” da população.    Descubra toda a história que está por de trás do nome “Praça dos Remolares”, no nosso artigo  Cais do Sodré, Lisboa .   After the earthquake of 1755, this area was rebuilt with a new urban design and due to the construction of the caravels and marine paraphernalia made by the carpenters, known as “remolares”, the name "Praça dos Remolares" appears as the design of the place. Already in the nine...

Jardim Luís de Camões "Os Lusíadas" - Canto IX e Canto X, Macau

Os Lusíadas Canto IX "Oh, que famintos beijos na floresta! E que mimoso choro que soava!" Canto IX Photo: © Roc2c Detalhes do quadro Photo: © Roc2c Quadro em Calçada Portuguesa referente ao Canto IX Photo: © Roc2c "Após vencerem algumas dificuldades, os portugueses saem de Calecut, iniciando a viagem de regresso à Pátria. Vénus decide preparar uma recompensa para os marinheiros, fazendo-os chegar à Ilha dos Amores. Para isso, manda o seu filho cúpido desfechar setas sobre as Ninfas que, feridas de Amor e pela Deusa instruídas, receberão apaixonadas os Portugueses. A Armada avista a Ilha dos Amores e, quando os marinheiros desembarcam para caçar, vêem as ninfas que se deixam perseguir e depois seduzir. Tétis explica a Vasco da Gama a razão daquele encontro (prémio merecido pelos “longos trabalhos”), referindo as futuras glórias que lhe serão dadas a conhecer. Após a explicação da simbologia da Ilha, o poeta te...

Jardim Luís de Camões "Os Lusíadas" - Canto VII e Canto VIII, Macau

Os Lusíadas Canto VII “Aqueles sós direi que aventuraram Por seu Deus, seu Rei, a amada vida” Canto VII Photo: © Roc2c Detalhes do quadro Photo: © Roc2c Quadro em Calçada Portuguesa referente ao Canto VII Photo: © Roc2c "A Armada chega a Calecut. O poeta elogia a expansão portuguesa como cruzada, criticando as nações europeias que não seguem o exemplo português. Após a descrição da Índia, conta os primeiros contactos entre os portugueses e os indianos, através de um mensageiro enviado por Vasco da Gama a anunciar a sua chegada. O mouro Monçaíde visita a nau de Vasco da Gama e descreve Malabar, após o que o Capitão e outros nobres portugueses desembarcam e são recebidos pelo Catual e depois pelo Samorim. O Catual visita a Armada e pede a Paulo da Gama que lhe explique o significado das figuras das bandeiras portuguesas. O poeta invoca as Ninfas do Tejo e do Mondego, ao mesmo tempo que critica duramente os opressores ...

Jardim Luís de Camões "Os Lusíadas" - Canto III e Canto IV, Macau

Os Lusíadas Canto III "As espadas banhando e as brancas flores Que ela dos olhos seus regadas tinha" Canto III Photo: © Roc2c Detalhes do quadro Photo: © Roc2c Quadro em Calçada Portuguesa referente ao Canto III Photo: © Roc2c “Após uma invocação do poeta a Calíope, Vasco da Gama inicia a narrativa da História de Portugal. Começa por referir a situação de Portugal na Europa e a lendária história de Luso a Viriato. Segue-se a formação da nacionalidade e depois a enumeração dos feitos guerreiros dos Reis da 1.ª Dinastia, de D. Afonso Henriques a D. Fernando. Destacam-se os episódios de Egas Moniz e da Batalha de Ourique, no reinado de D. Afonso Henriques, e o da Formosíssima Maria, da Batalha do Salado e de Inês de Castro, no reinado de D. Afonso IV.” Os Lusíadas Canto IV "Dois homens, que mui velhos pareciam De aspecto, inda que agreste, venerando" Canto IV Photo: © Roc2c De...

Sabias que… / Did you know…

  Dá-se o nome de Cabouqueiro ao profissional que extrai e transforma a pedra das pedreiras.     O processo para dar origem á tão nossa conhecida Calçada Portuguesa, começa pela extração da pedra com apoio de máquinas, a partir daqui todo o processo passa a ser 100% manual. - A matéria-prima é selecionada a partir da rocha-mãe;  - As pedras de maior dimensão são abertas com o apoio de guilhos;  - Procede-se para a fracturação dos blocos maiores, são partidos e separados com o apoio de uma marreta;  - Resultando em blocos mais fracionados, designando-se por “pedra traçada”;  - Por fim esta pedra é partida com um martelo para assumir as formas e dimensões desejadas de pedras para a calçada portuguesa;  - Na pedra calcária as medidas standard conhecidas são: 4x5 cm, 5x7 cm e 10x11 cm, sendo sempre possível fazer medidas personalizadas uma vez que o processo é manual.    ...

Porto Covo, Sines

   Porto Covo é famoso entre os Portugueses e não só, é considerado um dos lugares mais belos de toda a Costa Alentejana e que tem vindo a ser procurado essencialmente por turistas, pois é o lugar ideal para passar férias.       Porto Covo is famous among the Portuguese and not only, is considered one of the most beautiful lands of the entire Alentejana Coast and has been coming be sought by tourists, as it is an ideal place to spend your holidays. Praia de Porto Covo, Sines © Roc2c        É uma vila piscatória tradicional Portuguesa onde existe uma mistura de casas encaladas em que predomina a cor branca e azul, ruas empedradas em  granito escuro que vão dar ao pequeno porto de pesca. Alguns barcos ainda pescam por aqui, mas a maior parte do tráfego é feito por passeios até a ilha do Pessegueiro, localizada a cerca de 300 metros de distância. A ilha é de algum interesse histórico, pois é onde se encontra ...

Sabias que … / Did you know ...

    "A assinatura na Calçada Portuguesa é um testemunho dos calceteiros-artistas que, tal como uma marca, identifica e personaliza um desenho. As assinaturas são também uma demonstração de orgulho pessoal e de uma forte dedicação à arte de calcetar. As assinaturas na calcetaria são compostas pelo acasalamento de um número reduzido de pequenas pedras talhadas de forma triangular, hexagonal, quadrada, em concha e em pera." Texto retirado do "Manual da Calçada Portuguesa" Assinatura de um Mestre Calceteiro, Praça do Imperio © Roc2c    The signature on the Portuguese Cobblestone is an evidence to the artists who, such as a brand, identifies and personalizes a drawing.Signatures are also a demonstration of personal pride and a strong dedication to the art of paving. Signatures are composed by the mating of a small number of pebbles carved in triangular, hexagonal, square, shell and pear shapes. Assinatura de um Mestre Calcete...

O começo de um Novo Ano / The beginning of a New Year

   O começo de um Novo Ano é sempre sinónimo de um virar de página, um início de um novo capítulo. Contudo, para a Roc2c é sinónimo de continuação. Continuação dos grandes projetos, do excelente profissionalismo e da mestria com que abraçamos todos os nossos trabalhos. Para a marca, Roc2c, e para todos os colaboradores, o foco foi, é e sempre será a completa satisfação dos nossos clientes e parceiros, assim como o elevado nível de qualidade dos nossos projetos.    Que o Novo Ano de 2018 traga a todos muito sucesso e novas realizações, tanto pessoais como profissionais. Muito obrigado a todos, Bom Ano 2018 Roc2c    The beginning of a New Year is always synonymous of a page turn, the beginning of a new chapter. However, for Roc2c it is synonymous of continuation. Continuation of the great projects, the excellent professionalism and the mastery which we embrace all our works. For the brand, Roc2c, and for all employees, the focus was, it is ...

"Calçada do Cacau. Chocolate tão português como as pedrinhas da calçada"

Calçada do Cacau © Manuel Manso "   Foi quando passou pela calçada de Vhils que imita o retrato de Amália, em Alfama, que caiu a ficha a Diogo Damião: a chocolataria que queria abrir em Lisboa havia de ter uma relação qualquer com a calçada. Afinal, as cores daquele mural são as que se podem encontrar nas variedade de chocolate artesanal - o branco, o preto e um tom intermédio. Mais ou menos um ano depois (com muita burocracia pelo meio) abriu a Calçada do Cacau no Campo de Santa Clara, onde o chocolate parece pedras do pavimento português em miniatura.    Assim como este pavimento público é português, também os ingredientes que Diogo adiciona ao chocolate, nos cubinhos que se vêem na primeira vitrine, são portugueses. Um quadro na parede não deixa dúvidas e revela origens surpreendentes para ingredientes como os amendoins, que vêm da Costa Vicentina, e outras mais esperadas, como o maracujá da madeira ou os figos de Trás-os-Montes.    Dio...

Passagem de Ano na Nazaré / New Year's Eve in Nazaré

   A Nazaré e a sua calçada em ondas é palco de uma das maiores e melhores Passagens de Ano do país. Quem opta por entrar no Novo Ano nesta cidade, já sabe que pode contar com muita alegria, uma imensidão de pessoas, espetáculos de luzes, música e fogo de artifício.     Mas, nos dias ditos normais, em que não há a confusão do Réveillon todas, mas todas as fotografias captadas da Praia da Nazaré são de uma paisagem natural magnífica. E o motivo “Mar Largo” do seu Calçadão/Marginal está perfeitamente relacionado com o mar desta cidade do litoral centro de Portugal pois este mar é considerado como o mar das grandes ondas.    E já hoje começam as festividades da Passagem de Ano 2017/2018 na Nazaré. Hoje atuará Quim Barreiros, no sábado Pedro Abrunhosa e no domingo Função Pública. Serão 3 dias de festa ao longo da marginal da Praia da Nazaré.    Nazaré and its waves pavement is the stage of one of the biggest and best New Year´s E...

Cristalizações

Cristalizações "Faz frio. Mas, depois duns dias de aguaceiros, Vibra uma imensa claridade crua. De cócoras, em linha, os calceteiros, Com lentidão, terrosos e grosseiros, Calçam de lado a lado a longa rua. Como as elevações secaram do relento, E o descoberto sol abafa e cria! A frialdade exige o movimento; E as poças de água, como em chão vidrento, Reflectem a molhada casaria. Em pé e perna, dando aos rins que a marcha agita, Disseminadas, gritam as peixeiras; Luzem, aquecem na manhã bonita, Uns barracões de gente pobrezita E uns quintalórios velhos com parreiras. Não se ouvem aves; nem o choro duma nora! Tomam por outra parte os viandantes; E o ferro e a pedra — que união sonora! —  Retinem alto pelo espaço fora, Com choques rijos, ásperos, cantantes. Bom tempo. E os rapagões, morosos, duros, baços, Cuja coluna nunca se endireita, Partem penedos; cruzam-se estilhaços. Pesam enormemente os grossos maços, ...