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A mostrar as mensagens que correspondem à pesquisa de Vhils

Vhils criou rosto de Amália em calçada portuguesa em Lisboa

O artista Alexandre Farto, que assina como Vhils, criou o rosto de Amália Rodrigues em calçada portuguesa, em colaboração com calceteiros da Câmara de Lisboa, uma obra desvendada quinta-feira. O artista Alexandre Farto, que assina como Vhils, criou o rosto de Amália Rodrigues em calçada portuguesa, em colaboração com calceteiros da Câmara de Lisboa, uma obra que será desvendada na quinta-feira e vai ser capa de um disco. A obra, que teve “dois a três meses de preparação mais quatro semanas de trabalho com os calceteiros” da Câmara de Lisboa e da Escola de Calceteiros de Lisboa, é a primeira de Vhils em calçada portuguesa, contou o próprio à agência Lusa. Alexandre Farto escolheu trabalhar com este material, “muito importante para a história de Lisboa”, para “valorizar o lado artístico da calçada portuguesa e os calceteiros”. “A ideia era mais fazer uma colaboração com os calceteiros do que ter uma obra minha, misturando duas linguagens e fazendo um paralelismo com a arte...

Amália “A Calçada”

Amália “A Calçada” Nem sempre é dentro de portas que se encontram obras de arte. Em 2015 foi inaugurada uma verdadeira obra de arte num largo do bairro de Alfama em plena Rua de São Tomé. O rosto de Amália Rodrigues, a musa do fado, foi desenhado na Calçada Portuguesa, criado pelo artista urbano Vhils (aka Alexandre Farto). Neste bairro de Alfama, a figura de Amália nasce no chão e ergue-se por uma parede. Num espaço de 3 meses, a obra sai do papel para a rua. O resultado é belo, emocionante e magnânime, feito para envelhecer na rua, exposto ao sol, à chuva e ao vento. Amália Rodrigues ©Roc2c          Para além de ser uma homenagem a Amália e ao fado, foi também uma homenagem aos calceteiros de Lisboa, que foram os primeiros artistas urbanos. O jovem realizador Ruben Alves, que lançou o desafio a Vhils, mostrou-se emocionando com o resultado final, agradecendo “o trabalho titânico dos calceteiros de Lisboa. Vocês são uns artistas”, disse. ...

Amália de Vhils inaugurada em Alfama - “Quando chover, as pedras da calçada vão chorar”

Efígie de Amália feita pelo  street artist  Vhils em calçada portuguesa revelada partir de quinta-feira em Alfama. Depois será capa de disco. Convidado pela Universal France a dirigir um disco de homenagem a Amália Rodrigues, o realizador Ruben Alves (de  A Gaiola Dourada ) juntou algumas das maiores vozes do fado contemporâneo (Ana Moura, Carminho, António Zambujo, Camané, Gisela João e Ricardo Ribeiro) para cantar o reportório amaliano. Para a capa de  Amália, as Vozes do Fado , com lançamento a 17 de Julho, ao pensar no fado como música urbana, pertencente às ruas, emanada do povo, lembrou-se de pedir ao  street artist  Vhils (Alexandre Farto) que, em colaboração com os calceteiros da Câmara Municipal de Lisboa, criasse uma efígie de Amália feita em calçada portuguesa. Para Vhils, é-lhe cara a remissão para o graffiti emblemático do Maio de 68 “sous les páves, la plage” (sob a calçada, a praia), um dos momentos fundadores da street art. A imagem...

"Amália na Calçada Portuguesa" / "Amália in the Portuguese Pavement"

Obra de arte na rua de São Tomé, Alfama Photo: ©Roc2c  Segundo Vhils, esta obra teve “dois a três meses de preparação e mais quatro semanas de trabalho com os calceteiros”.   Obra que é capa do disco “Amália e as vozes do Fado”, foi pensada pelo realizador Ruben Alves e criada pelo artista de Arte Urbana, Vhils. Os Mestres da “Escola de Calceteiros” da Câmara de Lisboa gravaram minuciosamente o rosto de Amália em calçada portuguesa na sua totalidade em tons brancos, rosas e negros na rua de São Tomé.  Teve como objetivo de homenagear a Amália, mas acima de tudo a CALÇADA que é também um símbolo da força da nossa história e cultura.  According to Vhils, this work had "two to three months of preparation and four more weeks of working with the Portuguese Pavement Craftsmen".  Work that is cover of the disc "Amália and the voices of the Fado", was thought by the director Ruben Alves and created by the artis...

AMÁLIA RENASCE EM ALFAMA

O rosto de Amália Rodrigues está definitivamente gravado no bairro de Alfama, em pelo coração de Lisboa. Criado pelo artista de arte urbana Alexandre Farto, que assina como Vhils, em colaboração com os Calceteiros da câmara municipal de Lisboa, o rosto da fadista foi executado integralmente em calçada portuguesa e instalado na Rua de São Tomé. A peça, denominada “Calçada”, num tributo à fadista, foi inaugurada, dia 2 de julho, com o aplauso dos habitantes do bairro e perante a curiosidade de dezenas de turistas. Fernando Medina, presidente da autarquia, lembrou, no discurso inaugural, que “o fado faz parte da nossa cultura”, da tradição portuguesa, e que é importante constatar que “é a nova geração” que “presta tributo a Amália”. O político endereçou “uma palavra particular aos calceteiros” da câmara, frisando “o orgulho que temos pelo trabalho que desenvolvem todos os dias na nossa cidade”. O jovem realizador de cinema Ruben Alves, que lançou o desafio a Vhils...

No coração de Lisboa em Alfama, a Amália Rodrigues renasceu nas pedras da calçada

O rosto de Amália Rodrigues está definitivamente gravado no bairro de Alfama, em pelo coração de Lisboa. Criado pelo artista de arte urbana Alexandre Farto, que assina como Vhils, em colaboração com os Calceteiros da câmara municipal de Lisboa, o rosto da fadista foi executado integralmente em calçada portuguesa e instalado na Rua de São Tomé. Fotografias de Amália ao olhar da Roc2c

"Portugueses tentam salvar tradição das calçadas de pedra"

"Em Lisboa, escola se esforça para atrair futuros reparadores" Rua Augusta Photo: ©Roc2c   "Paulo Markun   Ricardo Hiar LISBOA e SÃO PAULO Lisboa busca um caminho para salvar uma de suas marcasregistradas: as calçadas de pedra, predominantemente brancas e feitas àmão. Presentes na cidade desde o século 19, correm risco de desaparecer porfalta de profissionais dispostos a conservá-las —os chamados calceteiros. Desde 1986, a Câmara Municipal, o equivalente local de prefeitura, mantémuma escola de calceteiros. Só que o número de interessados em fazer o curso e trabalhar construindoou mantendo as calçadas portuguesas diminuiu, embora os formadostenham emprego garantido, mesmo fora da administração pública.  Luísa Dornellas, 56, diretora do Departamento de Formação da CâmaraMunicipal, é otimista, apesar de tudo. Lembra que há um movimento de valorização desse tipo de calçamento, quea onda dos chamados descobrimentos espalhou pelo mundo. Há calçadas do tipo no ...

"Calçada do Cacau. Chocolate tão português como as pedrinhas da calçada"

Calçada do Cacau © Manuel Manso "   Foi quando passou pela calçada de Vhils que imita o retrato de Amália, em Alfama, que caiu a ficha a Diogo Damião: a chocolataria que queria abrir em Lisboa havia de ter uma relação qualquer com a calçada. Afinal, as cores daquele mural são as que se podem encontrar nas variedade de chocolate artesanal - o branco, o preto e um tom intermédio. Mais ou menos um ano depois (com muita burocracia pelo meio) abriu a Calçada do Cacau no Campo de Santa Clara, onde o chocolate parece pedras do pavimento português em miniatura.    Assim como este pavimento público é português, também os ingredientes que Diogo adiciona ao chocolate, nos cubinhos que se vêem na primeira vitrine, são portugueses. Um quadro na parede não deixa dúvidas e revela origens surpreendentes para ingredientes como os amendoins, que vêm da Costa Vicentina, e outras mais esperadas, como o maracujá da madeira ou os figos de Trás-os-Montes.    Dio...

The New York Times said "In Lisbon, a Carpet of Stone Beneath Their Feet"

In Lisbon, a Carpet of Stone Beneath Their Feet A calçada, or patterned pavement, of the fado singer Amália Rodrigues was a collaboration between the artist Alexandre Manuel Dias Farto and master pavers, including Jorge Duarte. It is in the Alfama section of Lisbon.     Credit Rodrigo Cardoso for The New York Times A calçada, or patterned pavement, of the fado singer Amália Rodrigues was a collaboration between the artist Alexandre Manuel Dias Farto and master pavers, including Jorge Duarte. It is in the Alfama section of Lisbon. Credit Credit Rodrigo Cardoso for The New York Times LISBON — As Portugal lost its colonies around the globe, the country’s nearly six centuries of influence ensured a legacy of distinctive decorative style: delicate filigree jewelry, colorful azulejo tiles, intricate wrought iron work and black-and-white patterned stone sidewalks and praças, or plazas. Those limestone surfaces are pedestrian objects in more ways t...