Roc2c Blog

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1/29/16

David Beckham passeou pela calçada portuguesa de Lisboa. Saiba porquê

A estrela de futebol esteve a filmar a nova campanha para a H&M e Lisboa foi o cenário escolhido pela marca sueca e Beckham.
As filmagens foram feitas em outubro do ano passado e, alguns meses depois, é finalmente conhecido o resultado da passagem do antigo jogador do Manchester United e do Real Madrid pela capital: a nova campanha publicitária da H&M.
O vídeo mostra Beckham em várias zonas icónicas da capital, como o Terreiro do Paço e o Rossio. O antigo jogador foi ainda fazer a barba à Figaro’s, uma barbearia típica na Rua do Alecrim. E algures, por momentos, ouve-se até português no anúncio.
A campanha tem criatividade da Adam & Eve DDB de Londres. A ligação entre Beckham e a H&M é longa, e o antigo jogador até já criou uma coleção de roupa interior para a marca sueca.
Noticia: http://www.revistaport.com/david-beckham-passeou-pela-calcada-portuguesa-de-lisboa-saiba-porque/

1/18/16

Álvaro Siza vai representar Portugal na Bienal de Veneza 2016

A convite da DGArtes, os curadores Nuno Grande e Roberto Cremascoli levarão arquitecto a revisitar o projecto de habitação social que fez em meados da década de 1980 para a ilha da Giudecca.



Álvaro Siza vai ser o representante de Portugal na próxima Bienal de Arquitectura de Veneza, que decorre de 28 de Maio a 27 de Novembro. A Direcção-Geral das Artes (DGArtes), dirigida por Carlos Moura Carvalho, atribuiu a escolha da participação portuguesa aos curadores Nuno Grande e Roberto Cremascoli, que elegeram como tema o projecto de habitação social que o arquitecto português fez para a ilha da Giudecca, em Veneza, na década de 1980, e que agora vai ser finalizado após vários anos de paragem.
Roberto Cremascoli, arquitecto, colaborador de Siza desde há vários anos, e Nuno Grande, professor, crítico e ensaísta, confirmaram ao PÚBLICO os convites recebidos já no ano passado para a organização da presença nacional na bienal italiana, mas remeteram para a DGArtes mais explicações sobre o processo.
A confirmação oficial da informação que já corre nas redes sociais foi feita ao PÚBLICO pelo ministro da Cultura, este fim-de-semana, no Porto. “Sim, Álvaro Siza vai estar em Veneza; é uma escolha que vejo com belíssimos olhos”, disse João Soares, acrescentando que o actual Governo “agarrou com o maior dos entusiasmos” a decisão avançada pelo anterior executivo.
O ministro da Cultura lembrou, de resto, a “admiração pessoal e a amizade” que o ligam ao arquitecto responsável pela reconstrução do Chiado após o incêndio de 1988: “Trata-se de alguém que conheço muito bem, e com quem tive o privilégio de trabalhar quando fui presidente da Câmara de Lisboa uma vez por semana, pelo menos, durante quase sete anos."
Álvaro Siza, por seu lado, manifestou ao PÚBLICO o "imenso agrado” com que vai voltar ao seu projecto de Veneza, um complexo de habitação social no Campo de Marte, em frente à Praça de São Marcos, cujo concurso internacional venceu em 1985. “Na altura, e já lá vão mais de 30 anos, foram escolhidos quatro arquitectos”, lembra, referindo-se à distribuição do programa, da responsabilidade do instituto Case Popolari, agora designado Ater Venezia (o equivalente ao português Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana), pelos italianos Aldo Rossi (1931-1997) – o celebrado autor do livro A Arquitectura da Cidade (1966) – e Carlos Aymonino (1926-2010) e pelo espanhol Rafael Moneo.
Os edifícios dos dois arquitectos italianos foram os primeiros a avançar; o de Siza começou só em 2004, “e depois ficou parado, porque o empreiteiro faliu”, recorda; o de Moneo nem sequer chegou a começar.
A proposta de Nuno Grande e Roberto Cremascoli consiste numa instalação audiovisual sobre o projecto de Siza, no interior inacabado do segundo edifício, cuja construção ficou suspensa no tempo. “Foi uma ideia óptima essa de propor à Case Popolari fazer a exposição no rés-do-chão e simultaneamente promover um encontro com as pessoas que já estão a habitar o edifício acabado”, diz Siza, adiantando que esse desafio parece ter levado os responsáveis italianos a retomarem e terminarem a construção. Simultaneamente, também o edifício de Rafael Moneo deverá ser concretizado.
Esta é uma situação com que o arquitecto nascido em Matosinhos em 1933 se tem confrontado inúmeras vezes ao longo da sua carreira. Neste caso concreto, são notórias as semelhanças com o Bairro da Bouça, no Porto, que integrou, logo a seguir ao 25 de Abril de 1974, o programa SAAL, aventura pioneira de habitação social de que Siza foi um dos protagonistas. “Há uma diferença: a Bouça foi parada por uma decisão política”, esclarece o arquitecto, que se manifesta também satisfeito por poder retomar o seu trabalho na área da habitação social.
O projecto de Nuno Grande e Roberto Cremascoli pretende também documentar o regresso de Siza a outros projectos de habitação social realizados noutras cidades europeias, como Berlim e Haia.
Encontro com Alejandro Aravena
Quem certamente deverá ficar agradado com este regresso de Siza a Veneza e à habitação social é Alejandro Aravena, recém-distinguido com o prémio Pritzker e comissário da próxima bienal italiana – para a qual elegeu como mote a expressão Reporting from the front. Reconhecido pelos seus projectos radicais no domínio da habitação social, o arquitecto chileno terá a oportunidade de debater com Siza a experiência de ambos neste domínio.
Depois de ter celebrado a atribuição do Pritzker a Aravena, Siza reafirma agora “a coincidência” de o mais importante prémio mundial na área da arquitectura vir “chamar a atenção para o tema da habitação social, após um longo período em que esta esteve distante das preocupações dos arquitectos e dos responsáveis políticos”. E nota que, aquando da sua decisão de doar parte dos seus arquivos ao Centro Canadiano da Arquitectura, em Montreal, os projectos que primeiro lhe foram pedidos foram os de habitação social. “É uma coisa boa, porque este é um tema fundamental, que finalmente parece voltar a ter atenção e reconhecimento político”, diz Siza.
De novo em Veneza
O arquitecto do Museu de Serralves regressa a uma bienal onde já esteve em diferentes momentos. Foi, aliás, distinguido por duas vezes com o Leão de Ouro: em 2002, pelo projecto do Museu Iberê Camargo, em Porto Alegre, no Brasil; dez anos depois, pelo conjunto da carreira. Antes, teve a sua obra representada em duas exposições: em 1976, integrando a mostra Europa-América: centro histórico, subúrbio, comissariada por Vittorio Gregotti; e em 1985, numa mostra de projectos comissariada por Aldo Rossi.
Os dois curadores responsáveis pelo regresso de Siza à Bienal de Veneza são figuras com grande proximidade com a sua obra. Roberto Cremascoli, arquitecto italiano que estudou na Escola do Porto, licenciou-se no Politécnico de Milão com uma tese precisamente orientada por Siza, com quem viria, depois, a colaborar no seu escritório portuense. Com o seu próprio atelier – Cremascoli, Okumura e Rodrigues arquitectos –, projectou com Siza um complexo de habitações colectivas actualmente em construção na comuna de Gallarate, na Lombardia. E depois de ter comissariado as exposições Porto Poetic, em Milão e no Porto (2013), Álvaro Siza, Inside the Human Being, em Rovereto (2014-15), e Siza Design, com Maria Milano, em Matosinhos (2015), Cremascoli vai ser também o curador de uma nova exposição do arquitecto da Faculdade de Arquitectura do Porto no MAXXI, em Roma, integrada no Jubileu 2016.
Nuno Grande, docente de Laboratório de Projecto na Universidade de Coimbra e professor convidado da disciplina de Urbanística na Universidade do Porto, foi curador, com Jorge Figueira, da presença portuguesa (que naturalmente incluiu Siza) na 7ª. Bienal de Arquitectura de S. Paulo (2007), tendo sido também responsável pela área da Arquitectura na Capital Europeia da Cultura Porto 2001, e por exposições da Guimarães 2012. Foi o organizador do evento Ambulatório, associado à exposição que o Museu de Serralves promoveu sobre o programa SAAL, no ano passado, e actualmente prepara a exposição Les Universalistes. Architecture Portugaise 1965-2015, a apresentar na Cité de l'Architecture, em Paris, a partir de Abril, numa iniciativa da Fundação Gulbenkian.

12/19/15

7º Aniversário Roc2c

Roc2c ® - Portuguese Stone Works
Calçada à Portuguesa
Projeto de Arranjos Exteriores em Lille, França - 16/12/2015
Fundada em 19-12-2008
CEO Celso Gonçalves

"O homem sonha e a obra nasce", mais do que uma marca, a Roc2c, é hoje um sonho concretizado pelo fundador Celso Gonçalves, tem como missão levar a calçada portuguesa aos 4 cantos do mundo. 
O mais gratificante ao longo destes 7 anos, são os agradecimentos e valorização dos nossos clientes pelo nosso profissionalismo e qualidade de excelência com que realizamos cada projeto.

11/9/15

Ícone imaterial, luz de Lisboa inspira artistas de todo o mundo


Lisboa, 6 nov (EFE).- Capaz de apaixonar diretores de cinema e fotógrafos de todo o mundo, de inspirar poemas e escritos em prosa e de seduzir tanto turistas como moradores, a luz de Lisboa é um dos principais ícones imateriais da capital portuguesa.

A relação é recíproca: a luz de Lisboa envolve a capital com uma magia especial, mas são vários fatores da própria cidade os que permitem criar essa luminosidade tão característica que protagoniza agora uma exposição no coração da cidade.

"A ideia era tentar entender se esta luz tão bonita para os estrangeiros é verdadeira ou um mito", disse à Agência Efe a diretora do Museu de Lisboa, Joana Monteiro, instituição que levou a exposição à célebre Praça do Comércio.

Com a colaboração de vários especialistas em física, a exibição mostra os fatores científicos que influenciam na concepção da luz de Lisboa e que partem da localização geográfica da cidade.

Lisboa é a capital europeia com mais horas de sol por ano, com uma média de 2.786 horas, à frente das 2.691 de Madri e ainda mais longe de outras cidades como Paris (1.661) e Londres (1.573).

"Portugal é um país com muito vento, o que limpa a atmosfera e permite uma alta visibilidade", explicou Joana, que lembra que da capital portuguesa é possível ver a outra margem do Tejo com nitidez, apesar de estar a uma distância de quase dois quilômetros.

A topografia de Lisboa também influencia, já que as sete colinas sobre as quais a cidade foi erguida lhe dão a forma de uma concha, de modo que a luz se reflete nas colinas e no Tejo e se concentra nos vales.

A fórmula fica completa com os materiais com os quais a cidade foi construída, diferentes dos de outras cidades europeias.

As fachadas de cores rosas, amarelas e ocres, os azulejos que cobrem alguns edifícios e a tradicional calçada portuguesa que cobre o solo da cidade, todos eles de tons claros, multiplicam a luminosidade.

                    

"Foi um desafio, porque a exposição é feita sobre algo que não se vê", reconhece Joana, que revelou que o projeto nasceu há mais de dois anos, quando decidiram compilar os atrativos turísticos de Lisboa e repararam que sua luz era um dos atributos que costumava se destacar entre os viajantes.

O brilho tão especial que envolve a capital portuguesa inspirou artistas lusitanos e estrangeiros, que durante séculos escreveram sobre ela e a retrataram em fotos, pinturas, filmes e até anúncios publicitários de televisão.

Uma seleção destas obras está exposta no Museu, desde as pinturas de seu compatriota Carlos Botelho e escritos do francês Olivier Rolin, até as fotografias dos portugueses Artur Pastor e Nuno Cera.

Uma fotografia deste último foi precisamente a escolhida para liderar a exposição, uma imagem que mostra a cidade desde o outro lado do rio com um céu límpido e um espelho de água a seus pés.

No campo do cinema, é possível ver filmes como "Dans la ville blanche", do suíço Alain Tarner; "Recordações da casa amarela", do português João César Monteiro; e "O Céu de Lisboa" (1994), do alemão Wim Wenders.

"A luz tem importância para esses filmes. Aparece como um elemento importante na valorização dos sentimentos que transmite a obra", disse Monteiro.

A mostra do Museu de Lisboa - aberta ao público até 20 de dezembro - fica na Praça do Comércio que, com suas grandes vidraças voltadas para o rio, permitem que os visitantes comprovem de primeira mão como a luz lisboeta envolve a exposição em um ambiente mágico.

Noticia: http://entretenimento.uol.com.br/noticias/efe/2015/11/06/icone-imaterial-luz-de-lisboa-inspira-artistas-de-todo-o-mundo.htm

9/23/15

​Roc2c ® - Calçada à Portuguesa e ​trabalhos em Pedra Natural

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Roc2c ® é uma marca criada com o objectivo de prestar um serviço de excelência na aplicação de pavimento em Calçada à Portuguesa e trabalhos em Pedra Natural