Roc2c Blog

If you need a real good pavement for your home, Roc2c has the solution for you!

1/20/17

New Roc2c Video: Hand made Portuguese pavement laying and Design by Roc2c


As already shown in a lot of project all around the world, Roc2c is a Portuguese company specialized in the development of Portuguese pavement, which is usually referred as “Calçada à Portuguesa”. From the design and extraction of the stone to the actual laying, everything is hand-made by teams of specialists, some of which have more than 15 years of experience.
As shown in the video, our main objective is to deliver a finished project as close as possible to perfection and in order to achieve this perfection we use words like “Hand-made”, “Meticulous” and “Effort” as our keywords.

If you want any further information be sure to ask in the comment section.




Website and social media:

http://roc2c.com/
https://www.facebook.com/roc2c

12/14/16

Calçada portuguesa a Património Cultural: Lisboa quer iniciar candidatura


A Câmara de Lisboa aprecia na quinta-feira o arranque do processo de candidatura da calçada portuguesa a Património Cultural Imaterial da Humanidade, bem como a recolocação da escultura criada para homenagear os calceteiros, retirada após vandalismo.


Na proposta, a que a agência Lusa teve hoje acesso, a autarquia frisa "ser importante a promoção da calçada e da arte de calceteiro enquanto elementos identitários da cidade de Lisboa", razão pela qual pretende concretizar estas duas medidas.
No que toca à recolocação da escultura, o município vai celebrar um protocolo com a Associação Portuguesa dos Industriais de Mármores, Granitos e Ramos Afins (Assimagra) - representante dos produtores de calçada -, que "manifestou interesse em colaborar com a Câmara Municipal de Lisboa na promoção da calçada portuguesa enquanto elemento de identidade e valorização do espaço público, nomeadamente no fornecimento da pedra de calçada necessária ao enquadramento do conjunto escultórico".
O documento assinado pelo vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, pela vereadora da Cultura, Catarina Vaz Pinto, e pelo vereador social-democrata António Prôa recorda que, em 2006, a autarquia "entendeu homenagear a atividade dos calceteiros [...] através de um monumento que representasse a arte de calceteiro".
Por essa razão, o escultor Sérgio Stichini criou o "Monumento ao Calceteiro", que foi colocado na Rua da Vitória (Baixa Pombalina). Porém, a escultura foi vandalizada e retirada do local, estando desde então guardada pelo município num outro espaço. O objetivo é que, com a aprovação da proposta, seja agora colocado junto à praça dos Restauradores. Em declarações à Lusa, o vereador António Prôa explicou que este foi o local escolhido por ser "o sítio disponível mais perto do Rossio, onde primeiro esteve o monumento". O eleito do PSD frisou que esta é também uma "localização com mais visibilidade" e que a recolocação da escultura é "um pretexto para a candidatura à classificação" da calçada. Na proposta, os vereadores da maioria socialista e do PSD salientam que a calçada "constitui hoje um elemento de forte identidade de Lisboa, associado a uma expressão artística de qualidade que valoriza a imagem da cidade".
Numa alusão à história, indicam que o material "começou a ser utilizado em Lisboa no século XIX, primeiro no Castelo de São Jorge (então prisão), aplicado por presidiários a mando do governador de armas do castelo - tenente-general Eusébio Pinheiro Furtado, a quem foi posteriormente confiada a tarefa de executar a pavimentação em calçada portuguesa da Praça do Rossio". Os autarcas apontam que atualmente existem "expressões ricas e variadas da calçada portuguesa" em locais como o Rossio, Baixa Pombalina, Chiado, Avenida da Liberdade e Cais do Sodré.
Na capital portuguesa funciona ainda, desde 1986, a Escola de Calceteiros, que forma profissionais para a aplicação deste tipo de pavimento. Entretanto, em outubro passado, foi lançada uma petição 'online' pelo calceteiro Fernando Pereira Correia para elevar a calçada portuguesa a Património Imaterial da Humanidade.
Na altura, contactado pela Lusa, Fernando Pereira Correia, calceteiro com mais de 40 anos de profissão, definiu a calçada portuguesa como um "símbolo nacional de grande valor patrimonial". O calceteiro de 53 anos, natural de São João de Tarouca (distrito de Viseu), indicou que aprendeu o ofício com apenas 13 anos e decidiu tomar esta iniciativa, "por amor à calçada portuguesa". Até perto das 15:30 de hoje, a petição somava 5.231 assinaturas.
Nalgumas zonas da cidade, com exceção dos bairros e zonas históricas, a autarquia está a substituir a tradicional calçada por passeios mais largos feitos de cimento branco e pedra de lioz, numa tentativa de tornar a circulação mais confortável e segura. A medida tem gerado alguma contestação de moradores.

12/9/16

Numa praça de Beja, substituiu-se calçada por laje e o resultado é um piso partido

Em 2003 foram gastos cerca de 500 mil euros na renovação do espaço. Decorridos 13 anos, das 1600 lajes de mármore que formam o pavimento, estão partidas cerca de 300.




De entre as 13 intervenções de requalificação e reordenamento de espaço urbano que faziam parte do programa Beja Polis, destaca-se a alteração profunda que foi efectuada na Praça da República, onde, em 2003, foram investidos cerca de 500 mil euros. Agora, outro tanto ou mais será investido pela câmara para que tudo volte ao que estava antes, retirando-se as lajes que se foram partindo para que a calçada regresse.

Quando foi apresentado o projecto de reformulação da principal praça da cidade de Beja, em 2001, a opção da autarquia suscitou desde logo forte contestação. O modelo proposto anulava radicalmente a configuração do espaço, em calçada portuguesa, datado de 1940. No seu lugar iria surgir um pavimento em lajes de mármore de Trigaches com um metro de lado e uma espessura de cinco centímetros. Decorridos 13 anos, das 1600 lajes de mármore que formam o pavimento, foram partidas pelo rodado das viaturas quase 300. 

Pinto Leite, à época coordenador do Programa Polis, reagindo, em dado momento, ao cepticismo dos críticos do projecto de reformulação da Praça da República, alegou ter sido “adoptada uma solução minimalista que evidencia a sua importância e contemporaneidade”.




As críticas recrudesceram quando foram encontrados importantes achados arqueológicos durante os trabalhos de remodelação da praça. Com efeito, no subsolo surgiram “pequenas peças quadrangulares de mosaico (tesselas) incrustadas em pavimentos antigos muito bem preservados”, descrevia-se em 2003.
A praça, de configuração rectangular, com cerca de 4500 metros quadrados de área, está na zona mais sensível da cidade de Beja por se situar no local onde foram (re)descobertos, em 1997, os primeiros vestígios do fórum romano pela arqueóloga Conceição Lopes. Foi o arqueólogo Abel Viana o primeiro a identificar estruturas que associou a um templo romano, em 1939, durante os trabalhos de abertura dos alicerces para a construção do depósito de água que acaba de ser demolido.

A arqueóloga Adelaide Pinto, então envolvida no levantamento arqueológico da Praça da República, referiu que, apesar da importância dos achados, só era possível “limpar, fotografar e registar” por falta de verbas para levar a cabo uma escavação. Os vestígios foram outra vez enterrados, depois de revestidos com uma tela de geotêxtil coberta com uma camada de areia. Por cima foram colocadas as lajes de mármore.

Para além do mal-estar gerado na população por não ser possível aproveitar a oportunidade para se revelarem importantes testemunhos do passado histórico da cidade, a solução encontrada para o novo pavimento da praça depressa se revelou inadequada perante o uso que foi feito do espaço.
Viaturas pesadas “até da própria autarquia”, admitiu ao PÚBLICO João Rocha, presidente da Câmara de Beja, foram partindo as lajes, um tipo de pavimento que provoca quedas frequentes, sobretudo nos mais idosos, devido ao piso escorregadio e ao facto de as oscilações do solo deixarem umas lajes salientes em relação às outras.

João Rocha reconheceu a razão dos protestos de um número crescente de cidadãos que insistem em reclamar o pavimento instalado em 1940 e anunciou, na passada semana, a reposição da calçada “semelhante ao que era antigamente”, mantendo, no entanto, o piso plano, sem passeios.
Mais receptivo à promoção e valorização da componente arqueológica e histórica da praça, o autarca quer “um centro histórico desenvolvido e dinâmico” e até já lhe atribuiu uma designação: Fórum Beja. Vai inclusive estudar a possibilidade de tornar visível o piso romano que foi identificado durante os trabalhos da remodelação da praça em 2003, colocando um espaço vidrado.

O autarca tem, contudo, um bico-de-obra pela frente. A nova remodelação da praça vai implicar também a reformulação da rede de águas pluviais e de esgotos que atravessam o espaço. O levantamento das lajes vai impor mexidas no subsolo onde permanece quase desconhecida uma grande riqueza arqueológica.
Resta saber até onde o município estará disposto a investir para satisfazer a expectativa mantida ao longo de séculos sobre o que estará por baixo da praça, quando, a poucos metros ao lado, continua a ser escavado um património arqueológico datado de um período temporal que vai do século VII a.C até à época moderna. Conceição Lopes, que coordena os trabalhos, já identificou vários alicerces de construções romanas, islâmicas e medievais que se estendem para a área da praça.

João Rocha não avança um valor do custo da nova remodelação da Praça da República em Beja, mas tudo aponta para que seja superior aos 500 mil euros investidos em 2003 numa obra que durou 13 anos. O programa Beja Polis, que envolveu 13 projectos, custou ao erário público cerca de 20 milhões de euros.

Noticia: https://www.publico.pt/2016/12/08/local/noticia/numa-praca-de-beja-ficou-provado-que-substituir-calcada-por-laje-nao-e-boa-ideia-1754044

11/21/16

Palácio Burnay em Lisboa, pátio interior com réplica da calçada existente no Cais Sodré

Mandado edificar no séc. XVIII por D. César de Meneses, principal da Sé de Lisboa, sendo por isso também conhecido por Palácio dos Patriarcas. Foi bastante alterado no séc. XIX, antes de ser adquirido pelo banqueiro Henrique Burnay que o mandou decorar com sumptuosidade. Destacam-se as estufas, ao gosto fim de século que, simetricamente, integram o corpo do edifício e, no interior, o zimbório que envolve a escadaria, decorada em tromp l'oeil. A classificação como Imóvel de Interesse Público inclui o Palácio, anexos e jardim. Encontra-se ocupado pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas.



Texto e fotos: http://www.cm-lisboa.pt/equipamentos/equipamento/info/palacio-burnay https://pt.pinterest.com/pin/178525572709170579/

11/18/16

Roc2c - Visita a pedreira de calçada no PNSAC - Extração e produção by Handmade Cobblestone



Visita a pedreira no Parque Natural da Serra Aire e Candeeiros PNSAC

Coordenada pelo CEO Roc2c - Celso Gonçalves 

Extração de pedra branca / maciço calcário
Produção / Transformação de pedra para calçada portuguesa
Processo manual - artesões da pedra

Tamanhos calçada:
- 4x5 cm Calçada miudinha / calçadinha 
Recomendada  para interiores e calçada artística

- 5x7 cm Calçada miúda 
Recomendada  para zonas pedonais 

- 10x11 cm Calçada grossa / meia pedra
Recomendada para zonas passagem veículos e parques

Agradecimentos ao Sr. António Canuto e Sr. Ricardo Canuto responsáveis pela pedreira e parceiros da Roc2c

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Visit the quarry to Natural Park of Serra Aire and Candeeiros PNSAC

Coordinated by CEO Roc2c - Celso Gonçalves

Extraction of white stone / limestone
Production / transformation of stone for Portuguese cobblestone
Process handmade -  artistic cobblestone

Portuguese cobblestone sizes:
- 4x5 cm Small cobblestone 
Recommended for interiors and artistic cobblestone

- 5x7 cm Medium cobblestone
Recommended for pedestrian zones

- 10x11 cm Big cobblestone
Recommended for zones passing vehicles and parks

Acknowledgments to Mr. António Canuto and Mr. Ricardo Canuto responsible for the quarry and partners of Roc2c








11/16/16

"Keep up the good work, Roc2c. You make the world a more beautiful place."

Roc2c channel: https://www.youtube.com/watch?v=Wr6W2wycktM

Comentário de um seguidor do nosso canal:

"This is fantastic. Not goofy looking cement blocks from Home Depot. This will last a lifetime. I myself replaced my driveway with cobblestones and Belgian blocks that I collected from the streets of L.A., San Francisco, Seattle, Minneapolis, Kansas City and Philly. I always get compliments from neighbors and strangers. If you want to give your home that extra kick, be it a Craftsman, Mission, Spanish, Italianate, Storybook, or whatever, you gotta have a cobblestone driveway or walk. I myself prefer the worn look of 150-100 year old street cobbles, but fresh cut will do as well. Stay away from New York City cobbles, they are always covered with old asphalt. Keep up the good work, Roc2c. You make the world a more beautiful place."