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7/22/15

Calçada polida em espaços comerciais em Lisboa

Calçada polida como pavimento de esplanada interior

Passeio interior de zona comercial


Lettering espaço comercial
Palácio dos Aboim

7/21/15

No coração de Lisboa em Alfama, a Amália Rodrigues renasceu nas pedras da calçada

O rosto de Amália Rodrigues está definitivamente gravado no bairro de Alfama, em pelo coração de Lisboa. Criado pelo artista de arte urbana Alexandre Farto, que assina como Vhils, em colaboração com os Calceteiros da câmara municipal de Lisboa, o rosto da fadista foi executado integralmente em calçada portuguesa e instalado na Rua de São Tomé.

Fotografias de Amália ao olhar da Roc2c










7/16/15

O que explica a Luz de Lisboa? Calçada e colinas também dão uma ajuda

Museu de Lisboa promove exposição sobre a famosa luz da cidade, destacada por vários artistas. As razões de tanta luz estão nas muitas horas sol, naturalmente, mas também na forma como a capital foi construída.

Oiça o áudio aqui:
http://www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx?content_id=4683346

Horas e horas de sol, mas também as colinas e até a calçada portuguesa são algumas das razões que explicam a famosa Luz de Lisboa. O assunto é tema de uma exposição artística e científica inaugurada hoje ao fim da tarde e promovida pelo Museu de Lisboa no Torreão Poente do Terreiro do Paço.


A comissária científica, Ana Eiró, explica à TSF que não foi fácil montar uma exposição sobre algo imaterial, que não se vê nem se toca. Ainda por cima, a luz de Lisboa não tem uma mas sim várias explicações que, conjugadas, "contribuem para o ambiente encantatória da luz da cidade" enaltecida por poetas, escritores, pintores, fotógrafos e cineastas, portugueses ou estrangeiros.


O primeiro factor é, obviamente, o sol. Lisboa está numa localização geográfica e climática que limpa, com muita frequência, as nuvens do céu da cidade. A capital portuguesa tem, em média, por ano, 2.786 horas de sol, quase o dobro do que acontece em Londres e mais de mil horas acima de Paris ou Berlim.
Além do clima, a luz da cidade é potenciada pelas colinas que segundo Ana Eiró, também professora de Física da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, ajudam a concentrar o sol: "não são elevações grandes, mas têm um efeito semelhante ao que fazem os fotógrafos com aquelas espécies de espelhos que usam para tirar as sombras das caras dos artistas". Depois, devido às colinas que o rodeiam, o centro da cidade está construído no fundo de uma 'concha', tipo anfiteatro virado para o rio Tejo que, por sua vez, também reflete o sol.

Finalmente, o sol ganha ainda mais relevo devido aos materiais usados na construção de Lisboa. Ana Eiró recorda as "cores claras (rosas, amarelos, ocres) e muitos calcários, além da calçada portuguesa que reflete e dispersa a luz de uma forma incrível que não existe noutros locais da Europa".
Além de explicar a luz, a exposição inaugurada hoje quer levar os visitantes a perceber, através da ciência, das artes e até da publicidade, aquilo que faz de Lisboa uma cidade diferente das outras. Pode ser visitada até 20 dezembro e a entrada normal custa três euros.


7/15/15

A calçada portuguesa no Brasil está em risco de desaparecer

Não há calceteiros suficientes no Rio de Janeiro para dar continuidade à arte que foi trazida para a "cidade maravilhosa" no início do século XX. Uma exposição evoca o que por lá se fez de icónico.
O Rio de Janeiro tem mais de 1,2 milhões de metros quadrados de calçada portuguesa espalhada pela suas ruas, de Copacabana à Cinelândia. O calcário, a branco e negro, de padrões ora ondulados, ora retilíneos, e apesar de não se encontrar à altura da vista mas sob os pés de quem passa, é um dos postais turísticos mais conhecidos da cidademaravilhosa.
No entanto, garante a BBC, a sua boa preservação é mais uma incerteza que certeza. “Ainda que a calçada portuguesa também exista em Lisboa ou até em Manaus, foi no Rio de Janeiro que se veio a tornar um ícone internacional”. As declarações, talvez umbiguistas (há cartas régias datadas de 1498 que marcam o início do calcetamento das ruas lisboetas, quase cinco séculos antes de a calçada portuguesa chegar ao Rio de Janeiro), são de Renata Lima, curadora e autora brasileira responsável pela exposição “Tatuagens urbanas e o imaginário carioca”. A exposição pode ser visitada até começo de agosto no Museu Histórico Nacional, igualmente no Rio de Janeiro, por ocasião das celebrações dos 450 anos da cidade.
rossio 1872
As calçadas de Copacabana ou a envolvente do Teatro Amazonas, em Manaus, são, por exemplo, conta a BBC, replicadas da calçada existente na Praça do Rossio em finais do século XIX. Na década de 1960, a Avenida Atlântica de Copacabana foi sujeita a uma reforma, ampliada, e o projeto coube ao arquiteto paisagista Burle Marx.
Hoje, uma obra desta dimensão no “calçadão” do Rio seria mais difícil de levar a cabo. “”A mão-de-obra é muito, muito escassa, quase inexistente. São necessários milhares de profissionais, mestres calceteiros, que conheçam a arte da calçada portuguesa”, lamenta à BBC Renata Lima.