Roc2c Blog

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4/15/16

A Calçada Portuguesa: uma herança histórica

A arte de calcetar foi desde sempre uma profissão genuinamente portuguesa e intimamente ligada ao nosso património cultural. Com história e para a história, a Calçada Portuguesa é hoje uma obra de arte apreciada pelo mundo inteiro. Uma herança histórica que recebemos e que continuamos a dar valor, criando novos projetos para manter e melhorar aquela que é, um dos símbolos mais icónicos de Portugal.

Na época de expansão, o próspero desenvolvimento comercial centra-se em Lisboa.
A calçada portuguesa é uma herança histórica da cultura e da tecnologia de construção dos romanos, que se impôs em Portugal no século XIV durante o reinado de D. João II.
Com as características de aspeto com que hoje a conhecemos, a Calçada Portuguesa teve como seu grande impulsionador o governador do Castelo de S.Jorge em Lisboa entre 1840 e 1846, o Tenente General Eusébio Cândido Pinheiro Furtado, que em 1842 transformou a fortaleza e os seus arredores em lugares de passeio onde foram introduzidas flores e calçada mosaico, utilizando como mão-de-obra dos presidiários do Castelo, chamados por “guilhetas”, que assentaram um tapete de pequenas pedras de calcário branco, cortado a espaços por linhas de pedras de basalto negro, num desenho em ziguezague.
O efeito obtido foi tal que que levou a Câmara a reconhecer o excelente trabalho do engenheiro Militar Eusébio Furtado, profundo conhecedor das técnicas romanas. Em 1848, viu aprovado o seu projecto para a Praça do Rossio, uma obra com uma área, concluída em 323 dias, onde foi introduzido o calcetamento, usando apenas calcário “vidraço”, branco e negro, designado por “Mar Largo” em homenagem aos descobrimentos.
A Baixa de Lisboa transforma-se com a maioria das suas ruas a serem calcetadas a basalto, entre elas o Largo de Camões em 1867, o Príncipe Real em 1870, a Praça do Município em 1876, o Cais do Sodré em 1877 e o Chiado, finalizando em 1894. A abertura da Avenida da Liberdade dá-se em 1879 e em 1908 chega finalmente ao Marquês de Pombal com largos passeios onde foram introduzidos belos e deslumbrantes tapetes de desenhos, que fazem de Lisboa a cidade referência deste tipo de pavimento artístico.
Hoje, a calçada nascida em Lisboa, Portugal está presente em todo o Mundo, em cidades como Rio de Janeiro (o famoso “Calçadão”), Luanda, Maputo, Macau, Nova Iorque, entre outras.
Atualmente é reconhecida e apreciada internacionalmente como uma manifestação bem-sucedida da nossa cultura Portuguesa.

A técnica
Os calceteiros tiram partido do sistema de diaclases do calcário para, com o auxílio de um martelo, fazerem pequenos ajustes na forma da pedra, e utilizam moldes para marcar as zonas de diferentes cores, de forma a que repetem os motivos em sequência linear (frisos) ou nas duas dimensões do plano (padrões). A geometria do século XX demonstrou que há um número limitado de simetrias possíveis no plano: 7 para os frisos e 17 para os padrões. Um trabalho de jovens estudantes portugueses registou, nas calçadas de Lisboa, 5 frisos e 11 padrões, atestando a sua riqueza em simetrias.
Destacam-se as técnicas de aplicação de calçada mais comuns: a antiga calçada à portuguesa, que se caracteriza pela forma irregular de aplicação das pedras; o malhete, semelhante mas com mais espaço entre as pedras; a calçada portuguesa clássica, que tem uma aplicação em diagonal, segundo um alinhamento de 45 graus com os muros ou lancis; a calçada à fiada, com as pedras alinhadas em filas paralelas; a calçada circular; a calçada sextavada; a calçada artística, que se caracteriza pela aplicação de pedras com formatos específicos e/ou pelo contraste de cores; o Mar Largo; o leque segmentado; o leque florentino; e o rabo de pavão.



Os desenhos
Durante muito tempo os desenhos foram elaborados por amadores com muita perícia, tendo geralmente como base motivos tradicionais ligados ao grande feito dos portugueses - os Descobrimentos.
Caso há, em que os próprios mestres calceteiros adaptaram anovos espaços ingenuamente, misturando, alargando, comprimindo e alterando os moldes pré-existentes.
A partir dos anos 50, alguns artistas foram convcidados a desenhar motivos destinados à calçada portuguesa.
Nos dias de hoje o papel dos arquitetos é fundamental na conceção de motivos a aplicar a espaços em recuperação, como naz zonas antigas das cidades portuguesas.
Os mestres calceteiros distinguem vários tipos de aplicações de pedra, sendo as mais utilizadas: a calçada à portuguesa (caracterizada pela forma, tamanho e aplicação irregular das pedras), o malhete (semelhante à calçada à portuguesa mas com mais espaço entre as pedras), a calçada portuguesa (em pedra de calcário de cor branca, com os motivos na cor preta e na cor cinzenta, cortada em cubos 5x5 e assenta de forma regular na horizontal), a calçada portuguesa artística (caracteriza-se pela aplicação de pedras de calcário com formatos específicos e pelo contraste das cores), a circular (caracterizada pela colocação de pedras em círculo), a sextavada (a pedra tem forma do hexaedro, e assenta-se como em favo. Encontra-se nos trabalhos mais antigos), entre outras.
São os próprios mestres que criam e desenvolvem novos tipos de aplicação da pedra consoantye o gosto e estilo profissional.
Em geral, a calçada mais utilizada e apreciada é a calçada portuguesa artística, sendo que nesta, são aplicados vários tipos de corte de pedra, em várias cores, conforme a necessidade do desenho.



Os calceteiros
Quando começaram os primeiros trabalhos da calcetamento em Lisboa, o povo que se surpreendia com esta nova arte esculptórica de pavimento juntava-se para admirar o trabalho. Admiração e curiosidade que se mantêm até aos dias de hoje.
Ainda hoje, ao pisarmos as calçadas, a maior parte das pessoas não dão o devido valor a estes profissionais que durante um dia de trabalho conseguiram resistir numa posição que os obrigava a uma flexibilidade extrema dos membros inferiores e também a sua resistência ao sol. A rapidez com que conseguiam o desenho geométrico pretendido na pedra é outra das caracteristicas surpreendentes destes homens que trabalhavam arduamente nesta arte, e que com apenas “duas marteladas” a obra ficava pronta. 
Mais tarde, em 1986, foi criada pela Câmara Municipal de Lisboa, uma Escola de Calceteiros com o único objetivo de formar profissionais, e eninar-lhes os saberes de velhos mestres e assim assegurar a “sobrevivência” da calçada portuguesa.
É de enaltecer o trabalho destes homens quie fizeram da Calçada Portuguesa uma obra e arte apreciada em todo o mundo.

Artigo: http://www.mundoportugues.org/article/view/63846
Fotos: Roc2c

3/8/16

Até 2017 Lisboa perderá um de seus ícones urbanos: a calçada portuguesa


A Assembleia Municipal de Lisboa (AML) aprovou recentemente o Plano de Acessibilidade Pedonal, uma iniciativa que prevê a aplicação de 100 medidas até 2017 que facilitarão a mobilidade na capital do país. Algumas destas medidas consistem na criação de mais calçadas, ciclovias e o rebaixamento de alguns passeios, no entanto, uma das estratégias tem  gerado polémica: a retirada da calçada portuguesa.
O Plano de acessibilidade agora aprovado prevê  que seja retirada a calçada portuguesa da cidade de Lisboa nos “locais onde represente um perigo”, já que esta dificulta o deslocamento das pessoas mais idosas e ou com problemas de locomoção em geral.
Todavia, esta solução conta com muitos opositores e foi descrita pela Associação de Defesa do Património de Lisboa como “inaceitável”. A associação já anunciou que  criará uma petição para impedir a implementação da medida em causa.

3/4/16

Excerto do artigo '9 Pisos de piedra cautivadores' by Homify

"La piedra caliza se forma cuando pequeños fragmentos de roca, coral, conchas y esqueletos de animales marinos caen juntos para formar enormes pilas de sedimentos en el océano, luego se comprimen y aglomeran a través de miles de años, creando capas a lo largo del tiempo. Los acantilados y catacumbas son la mayor fuente de piedra caliza.

Los tipos de roca caliza incluyen yeso, coquina, travertino, toba, así como la piedra caliza litográfica.  En general, la caliza es en colores claros, pero dependerá de la proporción que contenga en arcilla, hematita y cuarzo. Los diseños, dimensiones y formas son muchísimas.

Roc2c nos presenta un diseño con caliza, remembranza del mediterráneo. ’Muy bello’"


Arranjos Exteriores, Calçada à Portuguesa e Muros em Pedra, Albufeira, Algarve : de Roc2c

2/12/16

Archdaily: três projectos portugueses entre os vencedores | P3

Archdaily: três projectos portugueses entre os vencedores | P3: Ao todo eram sete os projectos portugueses entre os 70 finalistas do concurso anual do Prémio Edifício do Ano 2016

Três projectos dos sete portugueses que se encontravam entre os finalistas do Prémio Edifício do Ano 2016, promovido pela plataforma norte-americana Archdaily, dedicada à arquitectura, são os vencedores nas categorias de hospitalidade, arquitectura pública e remodelação, foi anunciado esta quarta-feira.

 Cella Bar, do ateliê FCC Arquitectura + Paulo Lobo
FERNANDO GUERRA | FG+SG

Cella Bar, nos Açores, do ateliê FCC Arquitectura e Paulo Lobo, ganhou a categoria de hospitalidade, a Cozinha Comunitária Terras da Costa, na Costa de Caparica, da responsabilidade do ateliermob e do Coletivo Warehouse, venceu a categoria de arquitectura pública, e a Casa de Guimarães, de Elisabete de Oliveira Saldanha, saiu vitoriosa na categoria de remodelação.

Casa de Guimarães, de Elisabete de Oliveira Saldanha
Casa de Guimarães, de Elisabete de Oliveira Saldanha Fernando Guerra | FG+SG

Nesta sétima edição do galardão internacional, atribuído pelo público especializado da área da arquitectura que visita a plataforma norte-americana, estiveram disponíveis para votação cerca de 3000 projectos de todo o mundo, distribuídos por 14 categorias, contando-se sete projectos portugueses entre os 70 finalistas.

Cozinha Comunitária Terras da Costa, do Ateliermob+Warehouse
Cozinha Comunitária Terras da Costa, do Ateliermob+Warehouse Fernando Guerra | FG+SG

Fundada em 2008, a ArchDaily é uma plataforma online de informação e divulgação da arquitectura que contabiliza 350 mil visitas diárias e atribui anualmente este prémio a projectos que se destacam pela inovação espacial, social, material e técnica. São escolhidos cinco projectos finalistas por cada uma das 14 categorias, que abrangem desde desporto, cultura, hotel, casas, remodelação, escritórios e espaços comerciais.

Em 2015, três projectos portugueses estiveram entre os vencedores do “ArchDaily Building of the Year”:  "Edifício sobre a água", de Álvaro Siza e Carlos Castanheira, Parque Natural do Fogo, do atelier OTO, e Casa de Sambade, dos spaceworkers. 

1/29/16

David Beckham passeou pela calçada portuguesa de Lisboa. Saiba porquê

A estrela de futebol esteve a filmar a nova campanha para a H&M e Lisboa foi o cenário escolhido pela marca sueca e Beckham.
As filmagens foram feitas em outubro do ano passado e, alguns meses depois, é finalmente conhecido o resultado da passagem do antigo jogador do Manchester United e do Real Madrid pela capital: a nova campanha publicitária da H&M.
O vídeo mostra Beckham em várias zonas icónicas da capital, como o Terreiro do Paço e o Rossio. O antigo jogador foi ainda fazer a barba à Figaro’s, uma barbearia típica na Rua do Alecrim. E algures, por momentos, ouve-se até português no anúncio.
A campanha tem criatividade da Adam & Eve DDB de Londres. A ligação entre Beckham e a H&M é longa, e o antigo jogador até já criou uma coleção de roupa interior para a marca sueca.
Noticia: http://www.revistaport.com/david-beckham-passeou-pela-calcada-portuguesa-de-lisboa-saiba-porque/

1/18/16

Álvaro Siza vai representar Portugal na Bienal de Veneza 2016

A convite da DGArtes, os curadores Nuno Grande e Roberto Cremascoli levarão arquitecto a revisitar o projecto de habitação social que fez em meados da década de 1980 para a ilha da Giudecca.



Álvaro Siza vai ser o representante de Portugal na próxima Bienal de Arquitectura de Veneza, que decorre de 28 de Maio a 27 de Novembro. A Direcção-Geral das Artes (DGArtes), dirigida por Carlos Moura Carvalho, atribuiu a escolha da participação portuguesa aos curadores Nuno Grande e Roberto Cremascoli, que elegeram como tema o projecto de habitação social que o arquitecto português fez para a ilha da Giudecca, em Veneza, na década de 1980, e que agora vai ser finalizado após vários anos de paragem.
Roberto Cremascoli, arquitecto, colaborador de Siza desde há vários anos, e Nuno Grande, professor, crítico e ensaísta, confirmaram ao PÚBLICO os convites recebidos já no ano passado para a organização da presença nacional na bienal italiana, mas remeteram para a DGArtes mais explicações sobre o processo.
A confirmação oficial da informação que já corre nas redes sociais foi feita ao PÚBLICO pelo ministro da Cultura, este fim-de-semana, no Porto. “Sim, Álvaro Siza vai estar em Veneza; é uma escolha que vejo com belíssimos olhos”, disse João Soares, acrescentando que o actual Governo “agarrou com o maior dos entusiasmos” a decisão avançada pelo anterior executivo.
O ministro da Cultura lembrou, de resto, a “admiração pessoal e a amizade” que o ligam ao arquitecto responsável pela reconstrução do Chiado após o incêndio de 1988: “Trata-se de alguém que conheço muito bem, e com quem tive o privilégio de trabalhar quando fui presidente da Câmara de Lisboa uma vez por semana, pelo menos, durante quase sete anos."
Álvaro Siza, por seu lado, manifestou ao PÚBLICO o "imenso agrado” com que vai voltar ao seu projecto de Veneza, um complexo de habitação social no Campo de Marte, em frente à Praça de São Marcos, cujo concurso internacional venceu em 1985. “Na altura, e já lá vão mais de 30 anos, foram escolhidos quatro arquitectos”, lembra, referindo-se à distribuição do programa, da responsabilidade do instituto Case Popolari, agora designado Ater Venezia (o equivalente ao português Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana), pelos italianos Aldo Rossi (1931-1997) – o celebrado autor do livro A Arquitectura da Cidade (1966) – e Carlos Aymonino (1926-2010) e pelo espanhol Rafael Moneo.
Os edifícios dos dois arquitectos italianos foram os primeiros a avançar; o de Siza começou só em 2004, “e depois ficou parado, porque o empreiteiro faliu”, recorda; o de Moneo nem sequer chegou a começar.
A proposta de Nuno Grande e Roberto Cremascoli consiste numa instalação audiovisual sobre o projecto de Siza, no interior inacabado do segundo edifício, cuja construção ficou suspensa no tempo. “Foi uma ideia óptima essa de propor à Case Popolari fazer a exposição no rés-do-chão e simultaneamente promover um encontro com as pessoas que já estão a habitar o edifício acabado”, diz Siza, adiantando que esse desafio parece ter levado os responsáveis italianos a retomarem e terminarem a construção. Simultaneamente, também o edifício de Rafael Moneo deverá ser concretizado.
Esta é uma situação com que o arquitecto nascido em Matosinhos em 1933 se tem confrontado inúmeras vezes ao longo da sua carreira. Neste caso concreto, são notórias as semelhanças com o Bairro da Bouça, no Porto, que integrou, logo a seguir ao 25 de Abril de 1974, o programa SAAL, aventura pioneira de habitação social de que Siza foi um dos protagonistas. “Há uma diferença: a Bouça foi parada por uma decisão política”, esclarece o arquitecto, que se manifesta também satisfeito por poder retomar o seu trabalho na área da habitação social.
O projecto de Nuno Grande e Roberto Cremascoli pretende também documentar o regresso de Siza a outros projectos de habitação social realizados noutras cidades europeias, como Berlim e Haia.
Encontro com Alejandro Aravena
Quem certamente deverá ficar agradado com este regresso de Siza a Veneza e à habitação social é Alejandro Aravena, recém-distinguido com o prémio Pritzker e comissário da próxima bienal italiana – para a qual elegeu como mote a expressão Reporting from the front. Reconhecido pelos seus projectos radicais no domínio da habitação social, o arquitecto chileno terá a oportunidade de debater com Siza a experiência de ambos neste domínio.
Depois de ter celebrado a atribuição do Pritzker a Aravena, Siza reafirma agora “a coincidência” de o mais importante prémio mundial na área da arquitectura vir “chamar a atenção para o tema da habitação social, após um longo período em que esta esteve distante das preocupações dos arquitectos e dos responsáveis políticos”. E nota que, aquando da sua decisão de doar parte dos seus arquivos ao Centro Canadiano da Arquitectura, em Montreal, os projectos que primeiro lhe foram pedidos foram os de habitação social. “É uma coisa boa, porque este é um tema fundamental, que finalmente parece voltar a ter atenção e reconhecimento político”, diz Siza.
De novo em Veneza
O arquitecto do Museu de Serralves regressa a uma bienal onde já esteve em diferentes momentos. Foi, aliás, distinguido por duas vezes com o Leão de Ouro: em 2002, pelo projecto do Museu Iberê Camargo, em Porto Alegre, no Brasil; dez anos depois, pelo conjunto da carreira. Antes, teve a sua obra representada em duas exposições: em 1976, integrando a mostra Europa-América: centro histórico, subúrbio, comissariada por Vittorio Gregotti; e em 1985, numa mostra de projectos comissariada por Aldo Rossi.
Os dois curadores responsáveis pelo regresso de Siza à Bienal de Veneza são figuras com grande proximidade com a sua obra. Roberto Cremascoli, arquitecto italiano que estudou na Escola do Porto, licenciou-se no Politécnico de Milão com uma tese precisamente orientada por Siza, com quem viria, depois, a colaborar no seu escritório portuense. Com o seu próprio atelier – Cremascoli, Okumura e Rodrigues arquitectos –, projectou com Siza um complexo de habitações colectivas actualmente em construção na comuna de Gallarate, na Lombardia. E depois de ter comissariado as exposições Porto Poetic, em Milão e no Porto (2013), Álvaro Siza, Inside the Human Being, em Rovereto (2014-15), e Siza Design, com Maria Milano, em Matosinhos (2015), Cremascoli vai ser também o curador de uma nova exposição do arquitecto da Faculdade de Arquitectura do Porto no MAXXI, em Roma, integrada no Jubileu 2016.
Nuno Grande, docente de Laboratório de Projecto na Universidade de Coimbra e professor convidado da disciplina de Urbanística na Universidade do Porto, foi curador, com Jorge Figueira, da presença portuguesa (que naturalmente incluiu Siza) na 7ª. Bienal de Arquitectura de S. Paulo (2007), tendo sido também responsável pela área da Arquitectura na Capital Europeia da Cultura Porto 2001, e por exposições da Guimarães 2012. Foi o organizador do evento Ambulatório, associado à exposição que o Museu de Serralves promoveu sobre o programa SAAL, no ano passado, e actualmente prepara a exposição Les Universalistes. Architecture Portugaise 1965-2015, a apresentar na Cité de l'Architecture, em Paris, a partir de Abril, numa iniciativa da Fundação Gulbenkian.

12/19/15

7º Aniversário Roc2c

Roc2c ® - Portuguese Stone Works
Calçada à Portuguesa
Projeto de Arranjos Exteriores em Lille, França - 16/12/2015
Fundada em 19-12-2008
CEO Celso Gonçalves

"O homem sonha e a obra nasce", mais do que uma marca, a Roc2c, é hoje um sonho concretizado pelo fundador Celso Gonçalves, tem como missão levar a calçada portuguesa aos 4 cantos do mundo. 
O mais gratificante ao longo destes 7 anos, são os agradecimentos e valorização dos nossos clientes pelo nosso profissionalismo e qualidade de excelência com que realizamos cada projeto.