Roc2c Blog

If you need a real good pavement for your home, Roc2c has the solution for you!

7/27/16

Selos mostram beleza da calçada portuguesa


Mais de meio milhão de selos vão divulgar por todo o mundo a calçada portuguesa através da emissão filatélica que os Correios de Portugal lançam na quinta-feira, 28 de julho. 

Apesar de os pavimentos calcetados terem surgido no reino por volta de 1500, a introdução da calçada à portuguesa – tal como a entendemos hoje – aconteceu a partir de meados do século XIX. O calcetamento da Praça do Rossio, em Lisboa, é o primeiro e grande exemplo de calçada portuguesa como ainda continua a ser praticada. 

Numa extensão de 8 714 m2, a Praça do Rossio foi calcetada em 1848. A emissão dedicada a esta arte é composta por quatro selos individuais e um bloco (com quatro selos). O de 0,47 euros apresenta um pormenor da Caravela existente no Jardim da Estrela, em Lisboa, enquanto o de 0,58 euros tem a imagem de uma andorinha existente na Praça Velasquez, no Porto. 

O selo dedicado à Madeira, com o valor facial de 0,75 euros, apresenta um pormenor de flores em São Martinho, no Funchal, e, finalmente, o selo dedicado aos Açores (de 0,80 euros), inclui um pássaro existente no Jardim Duque da Terceira, em Angra do Heroísmo. 

Já o bloco, com o valor facial de 1,88 euros, inclui quatro selos de 0,47 euros cada. Os selos do bloco apresentam imagens de calçada portuguesa no Largo Luís de Camões, Macau; em Eastern, Avenida Massachusetts, nos EUA; na Marina Bay Square, Espanha; e em Niteroi, no Brasil. A pagela divulgativa da emissão filatélica reproduz a requalificação da calçada portuguesa na Praça do Rossio, em 2001. 

A emissão completa-se com o sobrescrito e o carimbo de primeiro dia de emissão.

7/22/16

CUBIC design shoes - Calçada Portuguesa

Foi com enorme prazer que através da nossa fotografia de calçada portuguesa ajudamos o Rúben a desenvolver o seu projecto CUBIC design shoes. Parabéns pela iniciativa e votos de sucesso!!

Vista do Padrão dos Descobrimentos, Belém, Lisboa
Escola profissional de Felgueiras 
Curso de design de calçado e marroquinaria 
Autoria: Rúben Pereira 
Projeto : Calçada Portuguesa 
Marca do projeto : CUBIC design shoes



7/21/16

O tapete de Arraiolos chegou às pedras da calçada

A obra está na Praça do Município da vila alentejana.
O objectivo é valorizar a arte dos tapetes de Arraiolos com a da calçada portuguesa.

O tradicional tapete de Arraiolos tem agora uma versão em pedra no chão da Praça do Município da vila, situada no distrito de Évora. Com 7,80 metros por 5,40 metros, a obra é composta por centenas de pedras de calçada.

“Mais do que uma nova atracção turística, esta Arte em Pedra permite apreciar, tanto a qualidade da calçada portuguesa, como a arte dos tapetes de Arraiolos”, lê-se no comunicado da Câmara Municipal de Arraiolos. A obra foi concretizada por calceteiros de Gáfete (Crato). Durante um mês, este grupo “bordou” com escopa e cinzel um tapete característico do século XVII. A inauguração aconteceu durante as festividades de O Tapete Está na Rua no passado mês de Junho.

Os Tapetes de Arraiolos são bordados com lã sobre tela de juta, algodão ou linho. Neste momento, a autarquia de Arraiolos tem em curso o processo de candidatura do tapete a Património Imaterial da Humanidade da UNESCO, assim como a certificação deste produto.

7/13/16

Portas da Cidade de Ponta Delgada - Bem-vindo a São Miguel, Açores


As Portas de Ponta Delgada localizam-se na freguesia de São Sebastião (antiga Matriz), na cidade e concelho de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, nos Açores.







"Ex libris" da cidade, estas portas são um símbolo da primitiva defesa terrestre da cidade, na costa sudoeste da ilha. Foram erguidas em 1783, primitivamente abertas nos muros do setor este.
Com o início das obras de abertura da Avenida Infante D. Henrique (Avenida Litoral) (1948), foram apeadas e, novamente erguidas no centro da Praça de Gonçalo Velho (1952).
Encontram-se classificadas como Imóvel de Interesse Público pelo Decreto nº 39.175, de 17 de abril de 1953.


Constitui-se em um conjunto de três arcos de volta perfeita, executados em pedra regional.



Texto: wikipedia
Fotos: Celso Gonçalves, Roc2c, Junho 2016

7/12/16

O baralho de cartas das calçadas dos Açores

Trabalho desenvolvido em co-autoria com Jorge Nuno Silva, Carlos Pereira dos Santos e Alda Carvalho, da Associação Ludus. Trata-se de um convite a uma viagem pelas 9 ilhas dos Açores e à análise das simetrias de rosáceas, frisos e padrões bidimensionais em Calçada Portuguesa.

O baralho de cartas das calçadas dos Açores (parte I)  

 O baralho de cartas das calçadas dos Açores (parte II)

O baralho de cartas das calçadas dos Açores (parte III)

Vídeos: https://www.facebook.com/MatematicaAoSeuEncontro/

4/15/16

A Calçada Portuguesa: uma herança histórica

A arte de calcetar foi desde sempre uma profissão genuinamente portuguesa e intimamente ligada ao nosso património cultural. Com história e para a história, a Calçada Portuguesa é hoje uma obra de arte apreciada pelo mundo inteiro. Uma herança histórica que recebemos e que continuamos a dar valor, criando novos projetos para manter e melhorar aquela que é, um dos símbolos mais icónicos de Portugal.

Na época de expansão, o próspero desenvolvimento comercial centra-se em Lisboa.
A calçada portuguesa é uma herança histórica da cultura e da tecnologia de construção dos romanos, que se impôs em Portugal no século XIV durante o reinado de D. João II.
Com as características de aspeto com que hoje a conhecemos, a Calçada Portuguesa teve como seu grande impulsionador o governador do Castelo de S.Jorge em Lisboa entre 1840 e 1846, o Tenente General Eusébio Cândido Pinheiro Furtado, que em 1842 transformou a fortaleza e os seus arredores em lugares de passeio onde foram introduzidas flores e calçada mosaico, utilizando como mão-de-obra dos presidiários do Castelo, chamados por “guilhetas”, que assentaram um tapete de pequenas pedras de calcário branco, cortado a espaços por linhas de pedras de basalto negro, num desenho em ziguezague.
O efeito obtido foi tal que que levou a Câmara a reconhecer o excelente trabalho do engenheiro Militar Eusébio Furtado, profundo conhecedor das técnicas romanas. Em 1848, viu aprovado o seu projecto para a Praça do Rossio, uma obra com uma área, concluída em 323 dias, onde foi introduzido o calcetamento, usando apenas calcário “vidraço”, branco e negro, designado por “Mar Largo” em homenagem aos descobrimentos.
A Baixa de Lisboa transforma-se com a maioria das suas ruas a serem calcetadas a basalto, entre elas o Largo de Camões em 1867, o Príncipe Real em 1870, a Praça do Município em 1876, o Cais do Sodré em 1877 e o Chiado, finalizando em 1894. A abertura da Avenida da Liberdade dá-se em 1879 e em 1908 chega finalmente ao Marquês de Pombal com largos passeios onde foram introduzidos belos e deslumbrantes tapetes de desenhos, que fazem de Lisboa a cidade referência deste tipo de pavimento artístico.
Hoje, a calçada nascida em Lisboa, Portugal está presente em todo o Mundo, em cidades como Rio de Janeiro (o famoso “Calçadão”), Luanda, Maputo, Macau, Nova Iorque, entre outras.
Atualmente é reconhecida e apreciada internacionalmente como uma manifestação bem-sucedida da nossa cultura Portuguesa.

A técnica
Os calceteiros tiram partido do sistema de diaclases do calcário para, com o auxílio de um martelo, fazerem pequenos ajustes na forma da pedra, e utilizam moldes para marcar as zonas de diferentes cores, de forma a que repetem os motivos em sequência linear (frisos) ou nas duas dimensões do plano (padrões). A geometria do século XX demonstrou que há um número limitado de simetrias possíveis no plano: 7 para os frisos e 17 para os padrões. Um trabalho de jovens estudantes portugueses registou, nas calçadas de Lisboa, 5 frisos e 11 padrões, atestando a sua riqueza em simetrias.
Destacam-se as técnicas de aplicação de calçada mais comuns: a antiga calçada à portuguesa, que se caracteriza pela forma irregular de aplicação das pedras; o malhete, semelhante mas com mais espaço entre as pedras; a calçada portuguesa clássica, que tem uma aplicação em diagonal, segundo um alinhamento de 45 graus com os muros ou lancis; a calçada à fiada, com as pedras alinhadas em filas paralelas; a calçada circular; a calçada sextavada; a calçada artística, que se caracteriza pela aplicação de pedras com formatos específicos e/ou pelo contraste de cores; o Mar Largo; o leque segmentado; o leque florentino; e o rabo de pavão.



Os desenhos
Durante muito tempo os desenhos foram elaborados por amadores com muita perícia, tendo geralmente como base motivos tradicionais ligados ao grande feito dos portugueses - os Descobrimentos.
Caso há, em que os próprios mestres calceteiros adaptaram anovos espaços ingenuamente, misturando, alargando, comprimindo e alterando os moldes pré-existentes.
A partir dos anos 50, alguns artistas foram convcidados a desenhar motivos destinados à calçada portuguesa.
Nos dias de hoje o papel dos arquitetos é fundamental na conceção de motivos a aplicar a espaços em recuperação, como naz zonas antigas das cidades portuguesas.
Os mestres calceteiros distinguem vários tipos de aplicações de pedra, sendo as mais utilizadas: a calçada à portuguesa (caracterizada pela forma, tamanho e aplicação irregular das pedras), o malhete (semelhante à calçada à portuguesa mas com mais espaço entre as pedras), a calçada portuguesa (em pedra de calcário de cor branca, com os motivos na cor preta e na cor cinzenta, cortada em cubos 5x5 e assenta de forma regular na horizontal), a calçada portuguesa artística (caracteriza-se pela aplicação de pedras de calcário com formatos específicos e pelo contraste das cores), a circular (caracterizada pela colocação de pedras em círculo), a sextavada (a pedra tem forma do hexaedro, e assenta-se como em favo. Encontra-se nos trabalhos mais antigos), entre outras.
São os próprios mestres que criam e desenvolvem novos tipos de aplicação da pedra consoantye o gosto e estilo profissional.
Em geral, a calçada mais utilizada e apreciada é a calçada portuguesa artística, sendo que nesta, são aplicados vários tipos de corte de pedra, em várias cores, conforme a necessidade do desenho.



Os calceteiros
Quando começaram os primeiros trabalhos da calcetamento em Lisboa, o povo que se surpreendia com esta nova arte esculptórica de pavimento juntava-se para admirar o trabalho. Admiração e curiosidade que se mantêm até aos dias de hoje.
Ainda hoje, ao pisarmos as calçadas, a maior parte das pessoas não dão o devido valor a estes profissionais que durante um dia de trabalho conseguiram resistir numa posição que os obrigava a uma flexibilidade extrema dos membros inferiores e também a sua resistência ao sol. A rapidez com que conseguiam o desenho geométrico pretendido na pedra é outra das caracteristicas surpreendentes destes homens que trabalhavam arduamente nesta arte, e que com apenas “duas marteladas” a obra ficava pronta. 
Mais tarde, em 1986, foi criada pela Câmara Municipal de Lisboa, uma Escola de Calceteiros com o único objetivo de formar profissionais, e eninar-lhes os saberes de velhos mestres e assim assegurar a “sobrevivência” da calçada portuguesa.
É de enaltecer o trabalho destes homens quie fizeram da Calçada Portuguesa uma obra e arte apreciada em todo o mundo.

Artigo: http://www.mundoportugues.org/article/view/63846
Fotos: Roc2c

3/8/16

Até 2017 Lisboa perderá um de seus ícones urbanos: a calçada portuguesa


A Assembleia Municipal de Lisboa (AML) aprovou recentemente o Plano de Acessibilidade Pedonal, uma iniciativa que prevê a aplicação de 100 medidas até 2017 que facilitarão a mobilidade na capital do país. Algumas destas medidas consistem na criação de mais calçadas, ciclovias e o rebaixamento de alguns passeios, no entanto, uma das estratégias tem  gerado polémica: a retirada da calçada portuguesa.
O Plano de acessibilidade agora aprovado prevê  que seja retirada a calçada portuguesa da cidade de Lisboa nos “locais onde represente um perigo”, já que esta dificulta o deslocamento das pessoas mais idosas e ou com problemas de locomoção em geral.
Todavia, esta solução conta com muitos opositores e foi descrita pela Associação de Defesa do Património de Lisboa como “inaceitável”. A associação já anunciou que  criará uma petição para impedir a implementação da medida em causa.

3/4/16

Excerto do artigo '9 Pisos de piedra cautivadores' by Homify

"La piedra caliza se forma cuando pequeños fragmentos de roca, coral, conchas y esqueletos de animales marinos caen juntos para formar enormes pilas de sedimentos en el océano, luego se comprimen y aglomeran a través de miles de años, creando capas a lo largo del tiempo. Los acantilados y catacumbas son la mayor fuente de piedra caliza.

Los tipos de roca caliza incluyen yeso, coquina, travertino, toba, así como la piedra caliza litográfica.  En general, la caliza es en colores claros, pero dependerá de la proporción que contenga en arcilla, hematita y cuarzo. Los diseños, dimensiones y formas son muchísimas.

Roc2c nos presenta un diseño con caliza, remembranza del mediterráneo. ’Muy bello’"


Arranjos Exteriores, Calçada à Portuguesa e Muros em Pedra, Albufeira, Algarve : de Roc2c