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1/13/15

Oura Praia Hotel, piso interior em calçada portuguesa

Zona de Lazer


Entrada elevadores









Todas as zonas públicas diferenciam-se pelo pavimento em calçada
Padrão ondulado com pedra branca e preta
Estrada de Santa Eulália, Oura, Albufeira, Faro

1/9/15

Deputados da AR dizem que é preciso dignificar a profissão de calceteiro

O Parlamento apreciou esta quinta-feira uma petição "pela manutenção da calçada portuguesa na cidade de Lisboa". 



O CDS apontou como caminhos possíveis a classificação da calçada artística e a revitalização da escola de calceteiros

A calçada portuguesa chegou esta quinta-feira à Assembleia da República, onde se apreciou uma petição “pela manutenção” deste “ex-libris da cidade de Lisboa”, assinada por mais de 4500 pessoas. A defesa da necessidade de se dignificar a profissão de calceteiro foi praticamente unânime entre os deputados, tendo o CDS apontado como caminho possível a classificação da calçada como património nacional.

Lançada em Novembro de 2013 pelo Fórum Cidadania Lisboa, a petição, dirigida à presidente da Assembleia da República e ao presidente da Câmara de Lisboa, esteve em discussão no plenário durante apenas alguns minutos. Sobre ela pronunciaram-se deputados do PS, PSD, PEV, CDS e PCP, vários dos quais alertaram para o facto de a maior parte daquilo que os peticionários pediam ser competência do município, em cuja autonomia recusaram imiscuir-se.

No abaixo-assinado defendia-se a necessidade de a câmara presidida por António Costa combater “eficazmente” o estacionamento em cima dos passeios, proibir a colocação de “pedras que não de calçada portuguesa nas obras a decorrer no espaço público”, regulamentar “de forma eficaz” as obras de infra-estruturas, dignificar a profissão de calceteiro e criar “unidades de intervenção imediata de calcetamento”.

“São matérias que extravasam a esfera de competências do Parlamento”, sublinhou a deputada Eurídice Pereira. Para a deputada socialista, a “valorização” da profissão de calceteiro é a única das reivindicações dos peticionários em que o governo poderá ter uma palavra a dizer, através do ministro da Economia e do secretário de Estado da Cultura.

Pelo Partido Ecologista Os Verdes, José Luís Ferreira disse acompanhar as preocupações patentes na petição e defendeu a criação das já referidas unidades de intervenção imediata de calcetamento. Também Paula Santos, do PCP, fez o elogio da calçada portuguesa, mas sublinhou que não se pode “escamotear” os “problemas” que este piso coloca a pessoas com mobilidade reduzida.

Nesta discussão participaram um deputado do PSD e outro do CDS que são também vereadores na Câmara de Lisboa, palco em que a calçada portuguesa tem sido muitas vezes discutida, particularmente desde que foi apresentado o Plano de Acessibilidade Pedonal do município.

Para o social-democrata António Prôa, “a própria designação calçada portuguesa confirma que é pertinente a preocupação deste Parlamento sobre ela”. Está em causa, sublinhou o deputado e vereador, “a defesa de um património cultural que é central na identidade da cidade capital do país, mas também de todo o país”.  

Na sua intervenção, António Prôa criticou a actuação do executivo presidido por António Costa neste domínio. Tem-se assistido, diz, “a uma prática de substituição da calçada por outros tipos de pavimento em zonas históricas, a pretexto de economizar, melhorar a segurança e conforto dos peões”. Para o deputado, a solução seria não essa mas sim “uma adequada aplicação e uma correcta manutenção” da calçada existente, juntamente com “a criação de regras e fiscalização eficazes”.

“A calçada portuguesa faz parte da identidade cultural não só da cidade mas também do país”, afirmou por sua vez João Gonçalves Pereira, do CDS, admitindo no entanto que este piso tem problemas ao nível dos seus “custos bastante elevados de manutenção” e da “comodidade” que oferece aos peões. O deputado apontou como “duas políticas que podiam ser seguidas” a classificação da “calçada artística” como património nacional e a “revitalização” da escola de calceteiros da Câmara de Lisboa.

Noticia: http://www.publico.pt/local/noticia/deputados-da-ar-dizem-que-e-preciso-dignificar-a-profissao-de-calceteiro-1681625

1/7/15

Escavações no Rio revelam calçada portuguesa do séc. XIX

Obras para a implementação do metro de superfície destapam vestígios do Brasil colonial

Recentes escavações para as obras de implementação do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos, ou seja, um metro de superfície) na Avenida Rio Branco, no Rio de Janeiro, revelaram fragmentos de uma calçada que pode ter sido construída no século XIX.

Os trechos que estão mais bem preservados serão retirados pelos responsáveis pela obra em parceria com uma empresa especializada em arqueologia, sob a supervisão do Instituto do Património Histórico e Artístico Nacional do Brasil. 

Todos os achados, independentemente do estado de conservação, estão a ser passados a scanner para que seja possível reconstituí-los digitalmente e criar maquetas em três dimensões. O objectivo é registar tudo o que for encontrado e retirar o material melhor preservado para, no futuro, expor os achados e o resultado do seu estudo ao público - como explica a coordenadora-geral do Programa Arqueológico VLT do Rio, Erika Gonzalez, ao jornal O Globo.


Erika acrescentou que uma equipa de historiadores está a trabalhar com a cartografia existente da época, e que o objectivo é descobrir exactamente a que construções pertenciam as pedras encontradas naquela que é uma das vias mais importantes da cidade, a Avenida Rio Branco, antiga Avenida Central. 

A coordenadora-geral do Programa Arqueológico VLT do Rio acredita que, por não terem o formato tão arrendondado, as pedras possam não ser do tipo calçada portuguesa (conhecida no Brasil por calçada pé de moleque), mas só com estudos complementares vai poder ter essa certeza.


Contudo, ao ver uma foto, o pesquisador João Baptista Ferreira de Mello deu uma opinião diferente: "Reparem o tamanho irregular das pedras, pequenas, médias e grandes. As pedras eram fixadas no chão dos nossos caminhos por dois escravos e uma mula", conta ao jornal O Globo, convicto de que as pedras apontam para a presença de vestígios de calçada portuguesa usada para revestir as vias públicas no Brasil nos séc. XVIII e XIX.


1/6/15

Petição "Pela Manutenção da Calçada Portuguesa" é discutida no Parlamento na quinta-feira

A petição "Pela Manutenção da Calçada Portuguesa", lançada pelo Fórum Cidadania LX em novembro de 2013, é discutida na quinta-feira no Parlamento.

No texto da petição, disponível no site do Parlamento, os signatários consideram a calçada portuguesa um "'ex-libris' da cidade de Lisboa", alertando que "desde há décadas se assiste à má colocação e à pior manutenção da calçada portuguesa um pouco por toda a cidade".

Pela Manutenção da Calçada Portuguesa é discutida no Parlamento na quinta-feira

A petição, dirigida à presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, e ao presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, apela à autarquia para que esta combata eficazmente o estacionamento em cima dos passeios, proíba a colocação de pedras que não de calçada portuguesa em obras a decorrer no espaço público, dignifique a profissão de calceteiro e crie unidades de intervenção imediata de calcetamento, "que monitorizem a cidade diariamente".
A regulamentação "de forma eficaz" das obras de infraestruturas levadas a cabo por terceiros, "obrigando a que aquelas utilizem calceteiros credenciados para o efeito" é outra reivindicação constante na petição.
Além disso, os signatários pedem que a Câmara de Lisboa "elabore e torne público o 'caderno de encargos' que se pretende em termos de piso alternativo, nos casos e zonas em que tal se revele inócuo". Este último ponto pretende "evitar um resultado como o verificado no miradouro de Santa Catarina e na Rua da Vitória", onde a calçada portuguesa foi substituída por blocos de lioz.
Em junho do ano passado, os deputados municipais de Lisboa defenderam a preservação da calçada portuguesa na cidade e uma maior aposta na Escola de Calceteiros por parte da Câmara, reafirmando críticas ao Plano de Acessibilidade Pedonal.
Na ocasião, o tema foi debatido na Assembleia Municipal de Lisboa na sequência da petição "Contra a retirada da calçada portuguesa na cidade de Lisboa".
Afirmando que o plano previsto de substituição da calçada até 2017 revela "falta de estratégia e de lógica", o peticionário Tiago Abreu defendeu que a autarquia deveria investir na Escola de Calceteiros, que "podia ser um exemplo e criar postos de trabalho", e acabar com o hábito de contratar empresas privadas para colocar calçada.
O vereador dos Assuntos Sociais, João Afonso, assegurou então que o plano "não sugere sequer a remoção da calçada" e lamentou que uma petição pública fosse utilizada de forma demagógica.

12/23/14

Projecto Roc2c - QR Code em Calçada à Portuguesa "Filstone"

Pedra utilizada:
Roc2c0101 Calçada Vidraço Beje, tamanho 0,035 x 0,035 m
Roc2c0104 Calçada Basálto Preto, tamanho 0,035 x 0,035 m


Alinhamento das pedra de calçada
 

Desenvolvimento do QR em calçada portuguesa



QR concluido para leitura do website http://www.filstone.com/

12/22/14

Roc2c - Projecto arranjos exteriores Filstone

Pedra utilizada:
Roc2c0101 Calçada Vidraço Beje, tamanho 5 x 7 cm
Roc2c0202 Calçada Granito Cinza claro, tamanho 10 x11 cm


Mestres calceteiros Roc2c


Assentamento à fiada alinhadas entre si


Execução de passeio interactivo para os peregrinos a caminho do Santuário de Fátima


Pedras com gravação personalizada, incluindo descrição, data e distância 


A sequência dos 3 cubos em 3D, representa o logótipo da empresa Filstone


Exemplo de descrição


Exemplo de data 


Exemplo de distância


Passeio dos peregrinos 


Filstone 18-04-2002